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A natureza das coisas invisíveis vence o melhor filme no Queer Porto

Natureza das Coisas Invisíveis vence melhor filme do Queer Porto 11; Mea Culpa recebe menção especial; Queer as Punk é prémio do público; O Cemitório de Insetos, Prémio Casa Comum; festival encerra com Hot Milk

A natureza das coisas invisíveis vence o melhor filme no Queer Porto
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  • A 11ª edição do Queer Porto encerrou no último sábado, em Porto, com a exibição de Hot Milk, de Rebecca Lenkiewicz, durante cinco dias que apresentaram 40 filmes em 27 sessões, além de debates.
  • O grande vencedor foi A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, que levou o prêmio de melhor filme; o filme é uma coprodução entre Brasil e Chile e o júri contou com profissionais como Adriano Nazareth, produtor e realizador da RTP; Mea Culpa teve menção especial.
  • O prêmio do público ficou com Queer as Punk, de Yihwen Chen, que narra a trajetória de uma banda queer na Malásia e a luta por direitos LGBTQIA+. O Prêmio Casa Comum, para a melhor curta portuguesa, foi para O Cemitério de Insetos, de Alex Simões.
  • O festival ocorreu em locais como o Batalha Centro de Cinema e a Casa Comum, na Reitoria da Universidade do Porto, destacando a diversidade de filmes e a qualidade das discussões entre as sessões.
  • O Queer Porto confirmou a realização do Queer Lisboa 2026, de 18 a 26 de setembro de 2026, no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa.

A 11ª edição do Queer Porto, festival internacional de cinema queer, foi encerrada no último sábado, em Porto, com a exibição do filme *Hot Milk*, de Rebecca Lenkiewicz. O evento, que ocorreu ao longo de cinco dias, apresentou 40 filmes em 27 sessões, além de debates e interações com os convidados.

O grande vencedor do festival foi *A Natureza das Coisas Invisíveis*, de Rafaela Camelo, que conquistou o prêmio de melhor filme. A produção, que aborda uma amizade inesperada entre duas meninas em um hospital, é uma coprodução entre Brasil e Chile. O júri, formado por profissionais renomados como o produtor e realizador da RTP Adriano Nazareth, destacou também o filme *Mea Culpa*, de Patrick Tass, que recebeu uma menção especial.

Premiações e Destaques

Além dos já mencionados, o prêmio do público foi atribuído a *Queer as Punk*, de Yihwen Chen, que narra a trajetória de uma banda punk queer na Malásia. O filme retrata a luta por direitos LGBTQIA+ em um contexto de repressão. O Prêmio Casa Comum, que reconhece a melhor curta-metragem portuguesa, foi concedido a *O Cemitério de Insetos*, de Alex Simões.

O festival se destacou não apenas pela diversidade de filmes, mas também pela qualidade das discussões que ocorreram entre as sessões. As exibições foram realizadas em locais como o Batalha Centro de Cinema e a Casa Comum, na Reitoria da Universidade do Porto.

Próximos Eventos

O Queer Porto já confirmou a realização do Queer Lisboa 2026, que acontecerá de 18 a 26 de setembro de 2026, no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa. O evento promete trazer mais inovações e um espaço para a celebração da cultura queer.

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