- Em sete de novembro, o Ministério da Saúde (MS) lançou o curta-metragem “Sorriso Negro” na sede da Associação dos Servidores Municipais, Estaduais e Federais do Rio de Janeiro, com presença de elenco, equipe de produção e convidados.
- O filme aborda as desigualdades na saúde e celebra a população negra, com disponibilidade gratuita na plataforma de streaming FiocFlix.
- Inspirado na exposição fotográfica homônima de Rosimeri Ramos (2017), o projeto já retratou mais de mil profissionais negros do SUS no Rio de Janeiro.
- O curta é produzido pelo Departamento de Gestão Hospitalar no Estado do Rio de Janeiro (DGH/SAES/MS), com apoio da VideoSaúde/Fiocruz, buscando ampliar o alcance da exposição por meio de depoimentos e memórias de vivências na saúde.
- Ficha técnica: direção de Marcio Nolasco; roteiro de Leandro Rocha da Silva e Marcio Nolasco; produção executiva de Pamela Araujo; direção de fotografia de Alexandre Brum.
O Ministério da Saúde lançou, no dia 7 de novembro, o curta-metragem “Sorriso Negro”, na sede da Associação dos Servidores Municipais, Estaduais e Federais do Rio de Janeiro. O evento contou com a presença do elenco, da equipe de produção e de convidados. O filme, que aborda as desigualdades na saúde e celebra a população negra, será disponibilizado gratuitamente na plataforma de streaming FiocFlix.
Inspirado na exposição fotográfica homônima de Rosimeri Ramos, realizada em 2017, o projeto já retratou mais de mil profissionais negros do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio de Janeiro. O curta, produzido pelo Departamento de Gestão Hospitalar no Estado do Rio de Janeiro (DGH/SAES/MS) com apoio da VideoSaúde/Fiocruz, busca ampliar o alcance da exposição, trazendo depoimentos e memórias de vivências de trabalhadores da saúde.
Temática e Importância
A produção aborda a pergunta “O que te faz sorrir?”, construindo um mosaico de sorrisos e experiências. As respostas incluem recordações de familiares, amizades e conquistas, refletindo a diversidade que compõe o SUS. O nome do documentário é uma homenagem à canção de Dona Ivone Lara, que também foi enfermeira e servidora pública por 37 anos.
Jesana Alves, coordenadora-geral de Governança Hospitalar do DGH, destacou a importância simbólica do filme. “Celebrar o Novembro Negro é reconhecer que a população negra construiu e constrói todos os dias a história do Brasil. O sorriso que aqui se retrata fala de resistência e transformação”, afirmou.
Ficha Técnica
O curta conta com a direção de Marcio Nolasco e roteiro de Leandro Rocha da Silva e Nolasco. A produção executiva é de Pamela Araujo, com direção de fotografia de Alexandre Brum. A obra é uma colaboração entre diversos profissionais, incluindo apoio da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz.
Com a estreia, o filme começa a percorrer unidades federais de saúde, promovendo um importante debate sobre as vivências da população negra no Brasil e as desigualdades enfrentadas no acesso à saúde.
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