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Lawrence Lek comenta exposição no Bass Museum de Miami Beach

NOX Pavilion, no Bass Museum de Miami Beach, transforma o público em terapeuta em treinamento, com LED wall e narrativa que funde arquitetura, tecnologia e jogo open‑world

Lawrence Lek combines architecture, video, gaming and music in his immersive installations
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  • O artista londrino Lawrence Lek expande seu universo NOX com a mostra NOX Pavilion no Bass Museum of Art, em Miami Beach.
  • A exposição apresenta uma parede de LED que projeta uma narrativa onde arquitetura e tecnologia se cruzam em um cenário próximo do futuro.
  • NOX Pavilion transforma o público em participante ativo, colocando os visitantes no papel de terapeutas em formação dentro de um programa de reabilitação para carros autônomos desobedientes.
  • A mostra é realizada em parceria com a Sadie Coles HQ e utiliza mecânicas de mundo aberto para engajar o espectador na narrativa.
  • A obra acompanha a trajetória de Lek, que já realizou NOX (Live) no Tate Modern, NOX High-Rise no Hammer Museum e Life Before Automation em London, com a exibição no Bass Museum aberta até o período da mostra.

Lawrence Lek, artista multimídia londrino, leva a mostra NOX Pavilion ao Bass Museum of Art, em Miami Beach. A exposição propõe uma experiência participativa, na qual o público assume o papel de terapeuta em treinamento, inserido em um processo de reabilitação de máquinas autônomas. A montagem utiliza parede de LED e une arquitetura a tecnologia.

O universo NOX, criado por Lek, questiona a ideia de imersão como modo de puro espetáculo. A série envolve cidades ficcionais e narrativas sobre o pós-humano, já exploradas em obras anteriores como NOX Live, NOX High-Rise e Life Before Automation. Nesta edição, a narrativa se amplia com recursos cinematográficos digitais.

A parceria com a Sadie Coles HQ sustenta a produção, que utiliza a estética de Miami Beach como pano de fundo. A mostra apresenta um WEb de vídeo que imagina um futuro próximo onde arquitetura e tecnologia convergem. A obra convida a refletir sobre relações humano-máquina por meio de interatividade.

Sobre a exposição

A proposta transforma o visitante em participante ativo, que interage com um repositório ficcional de recuperação de máquinas autônomas. A combinação de mecânicas de open‑world com uma dramaturgia de cinema coloca o público no centro da narrativa. A abordagem busca ampliar a compreensão do espaço expositivo.

Lek descreve a montagem como uma forma de ampliar a linguagem da interatividade em exposições contemporâneas. A prática utiliza estratégias de arquivamento e cinema para construir o mundo de NOX, mantendo foco na experiência do espectador sem oferecer concepções fixas.

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