- Marina Rigueira comenta que Vivian ganhou carisma ao trazer uma pegada mais pessoal, fugindo da imagem fria de advogados e aproximando a personagem do público.
- Ela explica que tratou cada cena de Vivian como gesto de cuidado, especialmente nas situações envolvendo Dona Rosa, que enfrenta Alzheimer.
- A relação entre Vivian e Samuel, vivido por Juan Paiva, ganha camadas de afeto, com um romance delicado e compartilhando a mesma dor.
- A técnica de Ivana Chubbuck é apontada pela atriz como divisor de águas, tornando a Vivian mais empática e a cena mais humana, mesmo com ritmo intenso de gravações.
- Além de atuar, Marina atua como professora e preparadora de elenco, o que ela diz fortalecer emocionalmente e profissionalmente, especialmente diante do tema central de Dona Rosa.
Marina Rigueira tem vivido uma fase marcante em Dona de Mim, interpretando Vivian, personagem que ganhou aura de participação essencial e conquistou o público. A atriz destaca uma pegada mais pessoal para aproximar o público dos personagens, especialmente de Vivian.
Ela explica que a proximidade de Vivian com o público vem do cuidado ativo mostrado nas cenas, principalmente com Dona Rosa, interpretada por Suely Franco, que enfrenta o Alzheimer. A relação com Samuel, vivido por Juan Paiva, ganha camadas de afeto ao longo da trama, sem distanciamento profissional típico.
Abordagem de Vivian e influência da técnica
A atriz aponta que não trouxe o distanciamento típico de advogados para Vivian. Essa escolha facilita a identificação do público com a personagem, que vive um romance delicado com Samuel. Marina afirma que a técnica de Ivana Chubbuck foi decisiva para aumentar empatia e humanidade na interpretação.
Ela relembra que a metodologia ajuda a encarar a cena como algo essencial, especialmente com o ritmo acelerado de gravações. Em каждо dia, ela busca manter foco no que é mais relevante, evitando a pressa. Além do trabalho como atriz, Marina atua como professora e preparadora de elenco.
Ligação entre vida pessoal, ensino e o elenco
A experiência como professora completa a atuação: ensinar e preparar o elenco se entrelaçam com a prática diária. Marina afirma que a dupla função enriquece a sua visão de atuação e de planejamento de cenas. Ela vê a atuação como um processo que envolve responsabilidade e empatia.
O tema central de Dona Rosa, o Alzheimer, ganha peso emocional para a atriz, que vivenciou a doença na própria família. Ela cita que lidou com o Alzheimer de três dos quatro avós, encarando a história de maneira quase simbólica e pessoal. Isso traz significado adicional à performance de Vivian.
Marina reforça que a trajetória inclui atuação, ensino e empreendedorismo, e acredita que a superação é o motor do seu trabalho. Ela observa que questões pessoais alimentam as escolhas cênicas, sempre buscando um desfecho que combine técnica e emoção sem perder o foco informativo.
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