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Videógrafo de Diddy comenta filmagens do documentário sobre 50 Cent

Netflix afirma obtenção legal das imagens; terceiros teriam adquirido as gravações por freelancer, datadas de 10 de setembro de 2024, seis dias antes da prisão

Sean "Diddy" Combs
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  • O documentarista que acompanha Sean “Diddy” Combs há mais de dois anos afirmou que a Netflix obteve imagens dos dias que antecedem a prisão do artista.
  • Segundo Michael Oberlies, as imagens não foram liberadas pela equipe do projeto, e sim obtidas por um freelancer contratado para substituí-lo por três dias, sem participação dele ou da produção.
  • Netflix e a diretora Alexandria Stapleton sustentam que as imagens foram obtidas legalmente; as gravações mostram Combs no Park Hyatt, em Nova York, no dia 10 de setembro de 2024, seis dias antes de ser preso.
  • O documentário, com quatro episódios, busca retratar os bastidores da vida de Combs; Oberlies afirmou que a ação foi antiética e não condiz com o projeto.
  • Em julgamento ocorrido, Combs foi considerado culpado em duas acusações de transporte para envolvimento com prostituição e recebeu pena de cinquenta meses de prisão; ele havia sido absolvido de acusações mais graves em julho.

A produção de um documentário sobre Sean “Diddy” Combs voltou aos holofotes após revelar detalhes sobre a obtenção de imagens que compõem o material da série. A equipe diz ter trabalhado no projeto há mais de dois anos, com a Netflix e a diretora afirmando que as imagens foram obtidas legalmente.

Segundo Michael Oberlies, fotógrafo que acompanha Combs há anos, não houve disputa financeira nem problema contratual. Ele aponta que o material foi captado por um freelancer que substituiu o supervisor por três dias, em vez de ser liberado pela equipe principal.

As imagens em questão foram filmadas em 10 de setembro de 2024, seis dias antes da prisão do artista. Netflix e a diretora Alexandria Stapleton reiteraram que a filmagem foi adquirida de forma legal, destacando a comunicação com a equipe jurídica e a existência de uma carta de cessar e desistir.

Controvérsia sobre a origem das imagens

O documentário Sean Combs: The Reckoning é alvo de questionamentos sobre a procedência do material. Oberlies diz que o conteúdo não foi liberado por ele nem por quem tem autoridade, sendo obtido por terceiros que atuaram como substitutos em sua ausência.

O material retrata Combs em situações privadas no Park Hyatt, em Nova York, conforme registros da filmagem. A série aborda episódios prévios à sua prisão, que resultou em condenação circunstancial a 50 meses de prisão por acusações relacionadas a prostituição e extorsão, após condenação em parte dos casos.

A produção, que inclui quatro episódios, é defendida pela Netflix como legal e autorizada, com a diretora e a plataforma mantendo que a obtenção não violou direitos. As informações foram divulgadas por meio de reportagem da Rolling Stone, com base no depoimento de Oberlies.

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