- Protagonistas das séries Pluribus e The Beast in Me são lésbicas, liderando as tramas de ambos os títulos.
- A narradora destaca satisfação em ver personagens cruéis/mesquinhas no comando, usando o termo “Bitch Lesbians” como elogio e reconhecimento.
- Pluribus mistura apocalipse alienígena com humor sombrio; The Beast in Me é um mistério de luto e suspense, e ambas as obras têm mulheres como protagonistas.
- O elogio à representatividade queer é acompanhado do lembrete de que ainda é raro ver protagonistas lésbicas liderando séries.
- Embora haja avanços, há desejo por diversidade de tipos de personagens LGBTQI+, mantendo o foco nas “bitch lesbians” como parte de um retrato mais amplo.
Dois lançamentos de conteúdo televisivo têm chamado atenção pela liderança de personagens lésbicas, em meio a discussões sobre representatividade. As séries Pluribus e The Beast in Me aparecem como destaque na temporada, com protagonistas cuja orientação é central para as tramas.
Pluribus, do cineasta Vince Gilligan, tem Carol, interpretada por Rhea Seehorn, no papel de figura complexa que enfrenta dilemas intensos. A obra é descrita como uma mistura de apocalipse alienígena e humor sombrio, com foco nas escolhas que definem a personagem.
The Beast in Me acompanha Claire Danes como uma mulher enlutada que investiga um possível homicídio próximo a ela. A produção é apresentada como um drama de mistério, centrado na elaboração de uma dor pessoal e nas relações que emergem no ambiente de tensão.
Representação e recepção
Os debates em torno das protagonistas destacam que as personagens são lésbicas, o que reforça a presença LGBTQI+ na TV, ainda que esse tema seja visto como raro em papéis de liderança. Analistas ressaltam a importância da visibilidade.
O uso do termo Bitch Lesbians como elogio gerou controvérsia. Enquanto alguns leitores veem a expressão como reconhecimento da personalidade das personagens, outros destacam riscos de estigmatização ou romantização de traços controversos.
Mesmo diante das críticas, as duas séries são apontadas como marcos na representatividade, ampliando o espaço para narrativas com protagonistas queer. Críticas destacam a necessidade de personagens diversos dentro do universo LGBTQI+.
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