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Mescal e O’Connor discutem romance, racionamento e aposentadoria

Mescal e O’Connor discutem vulnerabilidade na atuação, custo de papéis longos e a ideia de racionar projetos para preservar a saúde criativa

Paul Mescal and Josh O’Connor in The History of Sound.
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  • Paul Mescal e Josh O’Connor falam sobre o filme The History of Sound, romance e o desafio de manter a vulnerabilidade ao cantar, após quatro anos de produção.
  • Os atores destacam o custo emocional de interpretar melindres e a preocupação com a saúde mental durante a carreira, citando Aftersun e Normal People como referências.
  • Mescal revela a ideia de “racionar” futuros trabalhos para não esgotar a criatividade, sugerindo talvez dedicar mais ao teatro por alguns anos.
  • O casal comenta planos futuros: Mescal em várias produções, incluindo Rock dos Beatles (Paul McCartney) em um projeto de Sam Mendes, com estreia prevista para 2028, e Merrily We Roll Along em estágio avançado para 2040.
  • O filme The History of Sound acompanha Lionel, músico que se apaixona por David; a produção foi mantida com apoio financeiro ao longo de quatro anos, sem garantias de sucesso em premiações.

Paul Mescal e Josh O’Connor falaram sobre The History of Sound, filme que marca a dupla em meio a lançamentos importantes. Em entrevista em Londres, eles discutem vulnerabilidade da música, o custo de viver papéis e perspectivas de futuro na carreira.

O filme acompanha Lionel, um cantor do Sul dos EUA, e David, um musicólogo que se reencantam ao longo de uma viagem rural. Os atores revelam que dedicaram quatro anos ao projeto, buscando financiamento e mantendo o elenco em torno da história de amor durante longas fases de produção.

Em conversa franca, Mescal comenta a preparação física para outros projetos recentes, incluindo Gladiator II, e destaca que The History of Sound pareceu um “lar” criativo. O’Connor acrescenta que a obra oferece uma forma nova de retratar intimidade, com o aspecto musical acrescentando uma camada emocional.

O que muda na carreira e nos hábitos de trabalho

Ambos destacam a dificuldade de manter um ritmo intenso de trabalho sem prejudicar a saúde mental. Mescal admite considerar uma forma de “rationing” de futuras partes, para privilegiar qualidade à continuidade constante. O’Connor concorda e planeja pausas para equilíbrio entre vida pessoal e profissão.

O debate também aborda a diferença entre cinema de premiação e projetos que buscam impacto direto. Mescal revela que encara fases de promoção com cautela, estimando períodos de abstinência entre grandes lançamentos. O’Connor projeta períodos longe das câmeras para manter a veracidade emocional nos papéis.

O diálogo inclui ainda referências aos próximos trabalhos: Mescal em Hamnet e em uma franquia de filmes dos Beatles programados para 2028, além de projetos de teatro como Merrily We Roll Along em andamento há anos. O’Connor participa de lançamentos de suspense e drama, mantendo a agenda ocupada em telonas e plataformas.

O humor entre os dois permanece contido, mas a parceria fica evidente pela linguagem corporal e pelo apoio mútuo. Pesquisam o custo emocional de interpretar personagens intensos e reconhecem o impacto que essas experiências deixam na vida pessoal.

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