- A terceira temporada de Taxi Driver intensifica a história da Rainbow Taxi, com Do Gi e Go Eun lidando com justiça, trauma e empatia em novos casos.
- a trama acompanha a expansão das operações da equipe para fora da Coreia, enfrentando uma rede internacional de agiotagem ligada ao tráfico humano.
- Em entrevistas, os atores destacam a evolução emocional dos personagens e a importância de manter a humanidade mesmo diante de casos pesados.
- a parceria entre Do Gi e Go Eun se fortalece, com a Go Eun assumindo mais protagonismo nos casos e fortalecendo a confiança na equipe.
- cenas de ação e novos antagonistas aumentam a tensão, enquanto o elenco ressalta a universalidade das emoções retratadas, que conectam públicos de diferentes culturas.
Lee Je-Hoon e Pyo Ye-Jin falam sobre o impacto emocional de Taxi Driver 3, em entrevista exclusiva à Quem. A terceira temporada traz casos mais densos e uma evolução nas emoções dos protagonistas, com a Rainbow Taxi atuando contra uma rede internacional ligada ao tráfico humano.
A produção segue Kim Do Ki, ex-agente que dirige a Rainbow Taxi para punir criminosos que escapam da lei. Nesta temporada, as operações ganham dimensão internacional, ampliando o risco e o desafio para a equipe. O núcleo da história continua a explorar justiça, trauma e empatia.
Bastidores e evolução de personagens
Lee Je-Hoon destacou que a preparação emocional veio ao ler os roteiros, buscando manter a humanidade de Do Ki. Já Pyo Ye-Jin ressaltou a importância de tratar cada caso com o peso necessário, sem banalizar as histórias.
A química entre Do Ki e Go Eun foi descrita como resultado de convivência e confiança naturais. Em esta temporada, Go Eun participa mais ativamente dos casos, demonstrando autonomia e fortalecendo a parceria.
Temas e impactos emocionais
Entre os arcos que mais marcaram, Lee Je-Hoon citou a história de um pai que luta contra o Alzheimer ao buscar o filho, enfatizando os limites da vontade humana. A narrativa reforça que atos de coragem, mesmo pequenos, podem gerar milagres.
Pyo Ye-Jin comentou sobre a dimensão emocional das cenas envolvendo memória e tempo para a vítima. Ela reconheceu o peso de representar sentimentos que ressoam com o público.
Ação, desafios e novidades
As cenas de ação incluíram filmagens subaquáticas, consideradas desafiadoras por Lee Je-Hoon, que precisou enfrentar o medo da água com o suporte da equipe. Ye-Jin destacou missões de infiltração como demonstração do cuidado com cada detalhe.
A entrada de novos atores e vilões ajudou a elevar a tensão e a qualidade da narrativa, segundo o elenco. A participação de talentos internacionais ampliou o universo da série, mantendo a conexão com o público global.
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