- Matt Damon lança novo filme, The Rip, com Ben Affleck, que é o mais assistido na Netflix no momento.
- Em entrevista, ele criticou a forma como filmes são promovidos pela Netflix e o modo de contar histórias para plataformas de streaming.
- A Netflix, segundo Damon, pede simplificar o enredo e inserir cenas de ação no início para prender a atenção, já que muitos assistem sem concentração total.
- O ator afirmou que isso pode influenciar a forma de contar histórias no cinema.
- Damon também tem grande expectativa com The Odyssey, novo filme de Christopher Nolan, visto como um hit teatral de grande orçamento.
Matt Damon critica Netflix enquanto promove The Rip, thriller policial de US$ 100 milhões ao lado de Ben Affleck. O filme é lançado como produção da plataforma, e já figura entre os mais assistidos nela. A declaração de Damon repercute na discussão sobre consumo de cinema hoje.
Durante entrevista no The Joe Rogan Experience, o ator comparou a experiência de assistir a filmes no cinema com ir à igreja, dizendo que é um momento marcado e não adiável. Em contraste, filmes pensados para Netflix costumam exigir menos concentração.
A entrevista aborda ainda a formato de streaming: segundo Damon, a Netflix incentiva diretores a simplificar a trama, inserir uma grande sequência de ação cedo e repetir o plot em diálogos. O objetivo seria manter o espectador envolvido enquanto utiliza o celular.
Contexto da fala de Damon
O ator argumenta que esse modelo pode influenciar a forma como as histórias são contadas, especialmente em obras com maior potencial de tela grande. Ele cita que a própria Netflix tem dados de visualização detalhados para embasar decisões criativas.
Implicações para o cinema e para a Netflix
Damon aponta que, ao apostar em produções pensadas para plataformas de streaming, há risco de alterações na narrativa tradicional. O ator também está envolvido em The Odyssey, projeto de Nolan, considerado por ele como potencial sucesso teatral de grande proporção.
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