- Filme “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” tem oito indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Direção, e levou o Globo de Ouro de filme de drama.
- Inspira-se no romance Hamnet (2020), de Maggie O’Farrell, que também participou do roteiro; a obra mistura fatos e ficção sobre a vida de William Shakespeare.
- Ambientado na Inglaterra do século XVI, acompanha Shakespeare (Paul Mescal) e sua esposa, Agnes (Jessie Buckley), lidando com a perda do filho Hamnet, aos 11 anos, vítima de peste.
- A história foca na perspectiva de Agnes, curandeira que fica em casa cuidando dos outros dois filhos enquanto Shakespeare trabalha em Londres; ao lidar com o luto, ele escreve Hamlet.
- Direção é de Chloé Zhao; o filme está em cartaz nos cinemas brasileiros desde 15 de janeiro.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet revisita a trajetória de William Shakespeare, misturando fatos e ficção. O filme recebeu oito indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme, Direção e Atriz. No Globo de Ouro, levou o prêmio de filme de drama.
A obra propõe um olhar sobre a vida do dramaturgo inglês, inspirado no romance Hamnet, de Maggie O’Farrell, que também participou do roteiro. A narrativa acompanha Shakespeare, interpretado por Paul Mescal, e a esposa Agnes, vivida por Jessie Buckley.
Ambientado na Inglaterra do século XVI, o enredo centra o luto pela morte do filho Hamnet, aos 11 anos, vítima de peste bubônica. A perda impacta a relação do casal e a produção de Shakespeare, que viria a escrever Hamlet.
Agnes é apresentada como protagonista da história: curandeira, ligada à natureza e aos cuidados com os filhos. Enquanto ele trabalha em Londres, ela permanece em casa, lidando com a dor e com a vida familiar.
O filme aborda ainda a possibilidade de Hamlet, o príncipe da peça, ter sido batizado com o mesmo nome do filho. A relação entre vida pessoal do dramaturgo e a obra é tratada como pano de fundo emocional.
Chloé Zhao dirige o longa, conhecida por Nomadland, e o filme integra o elenco de destaque no cenário internacional. A produção busca oferecer uma leitura realista sobre a origem de Hamlet.
Nos cinemas brasileiros, Hamnet chegou aos cinemas no dia 15 de janeiro, ampliando o debate sobre a vida de Shakespeare além dos palcos. A trama utiliza o material histórico disponível para sustentar a ficção.
A produção permanece fiel a uma linha jornalística de reconstrução histórica, sem improvisar julgamentos ou conclusões. O foco é apresentar o que se sabe e como a ficção dialoga com isso.
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