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Documentário de Melania fatura US$ 8 milhões nos EUA, maior estreia em dez anos

Documentário sobre Melania Trump estreia nos EUA com mais de $8 milhões, mas não cobre custos de produção ($40 milhões) nem promoção ($35 milhões)

Melania Trump attends a screening of the documentary film Melania at The Kennedy Center on 29 January in Washington.
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  • O documentário Melania Trump faturou mais de US$ 8 milhões na abertura nos EUA, o melhor começo de um documentário em mais de uma década.
  • O filme custou US$ 40 milhões para produzir e US$ 35 milhões para promover, não tendo gerado lucro até o momento.
  • A produção gerou críticas de que houve interesse político por parte da Amazon, em benefício ao casal Trump durante a segunda presidência.
  • Dirigido por Brett Ratner, o longa foi batido por dois filmes de terror na bilheteria, Iron Lung e Send Help, mas superou o título Shelter.
  • O público inicial incluiu principalmente mulheres conservadoras com mais de 55 anos no sul dos Estados Unidos, com estados como Flórida e Texas entre os maiores mercados.

Melania film, documentário sobre a ex-primeira-dama Melania Trump, abriu nos cinemas dos EUA com mais de 8 milhões de dólares, superando expectativas de bilheteria para lançamentos de documentários nos últimos anos. O longa estreou em um fim de semana de grande divulgação, mas não alcançou lucro devido a custos de produção estimados em 40 milhões e de promoção em 35 milhões.

Produzido por Amazon, o filme acompanha a trajetória de Melania enquanto se prepara para retornar à Casa Branca no início de 2025. A estreia ocorreu em várias redes de cinema estaduais, com a empresa recebendo críticas por suposto custo elevado em relação ao retorno financeiro e por sua estratégia de apoio à trajetória da família Trump.

Dados de público apontam que a obra teve maior adesão entre conservadores, especialmente mulheres com mais de 55 anos no sul dos EUA, o que influenciou a composição do público na abertura. Relatórios indicam participação de 72% desse grupo na primeira sessão.

Entidades de Pesquisa apontaram que cinemas rurais contribuiram com cerca de 46% do faturamento do fim de semana, enquanto comédias em contagem de publicações republicanas responderam por aproximadamente 53% das vendas totais. Estados do sul, como Flórida e Texas, aparecem entre os principais mercados.

Crítica especializada adotou tom majoritariamente desfavorável. Veículos renomados destacaram que o documentário preserva tom laudatório sobre a figura de Melania, sem revelar novos elementos significativos sobre a vida da ex-modelo. A recepção crítica diverge do desempenho comercial.

Direção e produção ficam sob a responsabilidade de Brett Ratner, cuja carreira passou por controvérsias passadas. Ratner afirmou, em declarações públicas, que o orçamento do filme é elevado para o gênero de documentários, destacando a presença de equipe de alto nível e apoio de estúdios.

No mesmo dia da estreia, Ratner participou de imagens vinculadas a arquivos vinculados ao personagem Jeffrey Epstein, divulgadas pela Justiça dos EUA. As fotos mostram o diretor ao lado de Epstein, relações que não implicam automaticamente envolvimento com crimes mencionados nos documentos.

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