- Wagner Moura foi indicado ao Oscar de 2026 pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho.
- O ator segue com a carreira internacional após Narcos, destacando-se em Hollywood desde Elysium (2013) até as séries da Netflix.
- Moura é casado com Sandra Delgado e tem três filhos, que o ajudam a manter os pés no chão e evitar a vaidade da fama.
- Em entrevista à Variety, ele afirmou que este é o momento de maior reconhecimento da carreira, mas que a vida continua sendo de marido e pai.
- O ator ressaltou a importância do cinema brasileiro no exterior e elogiou o apoio do governo à cultura para o fortalecimento do audiovisual brasileiro.
Wagner Moura foi indicado ao Oscar 2026 por O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. A indicação reforça a fase de reconhecimento internacional do ator, que segue mantendo a humildade ao lado da família.
O astro ficou conhecido no Brasil desde os anos 90, em títulos como Paraíso Tropical, Carandiru, Tropa de Elite e Saneamento Básico – O Filme. O papel em Tropa de Elite alavancou a popularidade nacional e abriu portas no exterior.
A estreia em Hollywood ocorreu em Elysium (2013), ao lado de Matt Damon e Jodie Foster. O divisor de águas veio com Narcos, série da Netflix (2015–2016), em que viveu Pablo Escobar, aprendendo espanhol para o papel e ganhando visibilidade internacional.
O reconhecimento internacional ganhou ainda mais força com a indicação ao Globo de Ouro, impulsionando participações em produções fora do Brasil. Hoje, Moura celebra o momento com o elenco e a equipe de O Agente Secreto.
No discurso sobre a carreira, ele ressaltou que, apesar do momento histórico, a vida continua no ritmo da família. Ele tem a esposa Sandra Delgado e três filhos, que o acompanham na rotina em Hollywood.
A relação com a família é apontada como esse eixo de equilíbrio. Moura afirmou que o apoio da esposa e dos filhos o mantém enraizado, mesmo diante da visibilidade do Oscar e do circuito internacional.
O ator também comentou o atual cenário cultural no Brasil, destacando o aumento de apoio à produção nacional no exterior. Segundo ele, o governo tem considerado a cultura como prioridade, o que ajuda a colocar o audiovisual brasileiro no mapa.
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