- Gregório Duvivier apresenta o monólogo O Céu da Língua, com texto dele e da atriz Luciana Paes, explorando a poesia de forma bem-humorada.
- Em São Paulo, o espetáculo aconteceu em seis sessões esgotadas no Espaço Unimed, e a turnê já levou setecentos e sessenta e sete mil espectadores desde fevereiro de dois mil e vinte e cinco.
- A volta à cidade está confirmada: o monólogo terá sessões de dezessete a dezenove de abril no Teatro Bradesco.
- Theodora Duvivier cuida das projeções em tela ao fundo, enquanto o instrumentista Pedro Aune trabalha o ambiente musical com contrabaixo.
- O show dura cerca de oitenta minutos, com a plateia frequentemente a aplaudir ao final e refletir sobre linguagem e poesia.
Gregório Duvivier apresenta o monólogo O Céu da Língua em São Paulo, destacando o amor pela poesia em tom direto e provocador. O espetáculo, com texto do próprio ator e de Luciana Paes, aconteceu com sessões esgotadas no Espaço Unimed. A apresentação encerra com reflexões sobre a função da língua.
A peça percorre temas como a origem das palavras, a onipresença da poesia no cotidiano e a ideia de que a poesia é útil mesmo quando parece inútil. Benção de humor e de análise linguística, o monólogo propõe uma leitura ampliada da linguagem, indo além de imagens líricas.
Desde fevereiro de 2025, a produção já levou cerca de 167 mil espectadores aos teatros. Em São Paulo, o show retorna entre 17 e 19 de abril, no Teatro Bradesco, mantendo a formação cênica com Luciana Paes na direção e atuação. A turnê inclui a participação de Theodora Duvivier nas projeções.
A cenografia fica a cargo de Theodora Duvivier, que manipula projeções, enquanto o contrabaixo de Pedro Aune cria a ambientação musical. O elenco também é composto por três pessoas, com Duvivier mantendo o foco no texto e na leitura da língua. O formato privilegia uma leitura de 80 minutos sem pausas.
Sobre a montagem e o elenco
A dupla de criadores confirma que a obra visa provocar reflexão sobre como a linguagem nos mobiliza. Em cena, textos de autores como Fernando Pessoa, William Shakespeare e Caetano Veloso aparecem na íntegra ou em citações, sempre dentro de uma perspectiva acessível ao público.
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