- A Disney anunciou Josh D’Amaro como próximo CEO, que assume em março, substituindo Bob Iger.
- D’Amaro lidera as experiências da empresa desde 2020, cuidando de parques temáticos e cruzeiros.
- O CEO atual, Bob Iger, elogiou D’Amaro como líder excepcional; Iger voltou ao cargo em 2022 após a saída de Chapek.
- Dana Walden foi promovida a presidente e chefe criativa, mantendo-a entre os favoritos para a gestão executiva.
- A Disney é um gigante de mídia e entretenimento, avaliada em cerca de US$ 185 bilhões, com parques, estúdios, streaming e cruzeiros; resultados recentes enfrentam pressões no turismo internacional.
Disney anunciou Josh D’Amaro como próximo CEO, em substituição a Bob Iger, que retorna à liderança após um período conturbado. A nomeação deve entrar em vigor em março, encerrando uma passagem de Chapek marcada por dificuldades. A decisão ocorreu na visão da atual direção da empresa, em meio a ajustes estratégicos.
D’Amaro atua como presidente das experiências da Disney desde 2020, respondendo pela gestão dos parques temáticos e das cruzeiros da companhia. O cargo é semelhante ao que Chapek ocupava antes de ser substituído. Iger, que comandou a Disney por 15 anos, elogiou D’Amaro como líder apto para conduzir a empresa.
A transição também envolve mudanças na alta executiva: Dana Walden, co-presidente da divisão de entretenimento, passa a ocupar o cargo de presidente e diretor de criação. O conglomerado, avaliado em cerca de 185 bilhões de dólares, mantém ativos de cinema, streaming, parques, navios e operações digitais.
Mudança de liderança
A Disney informou que D’Amaro assumirá em março, com a expectativa de consolidar a estratégia após a reestruturação iniciada com o retorno de Iger. O objetivo é manter a coerência entre as marcas e ampliar o valor para consumidores e acionistas.
Analistas observam que, diferentemente de Iger, D’Amaro não é figura de alto renome em Hollywood, o que pode exigir maior exposição pública. A promoção de Walden é vista como tentativa de equilibrar o perfil da gestão com a nova fase.
A empresa destacou que o desempenho recente de Disney+, Hulu e ESPN mostrou crescimento, ao mesmo tempo em que a empresa sinalizou dificuldades com visitantes internacionais aos parques dos EUA. O conjunto de resultados indica ganhos na área de conteúdo, mas pressões em outras frentes.
Perspectivas e desafios
Entre os fatores que impactam a estratégia estão os investimentos em blockbuster e campanhas de promoção, que elevam o custo e afetam a margem operacional. D’Amaro ressaltou, em comunicado, a importância das equipes criativas e da inovação para manter a Disney relevante.
A direção reforça o enfoque em experiências e em produtos de consumo, com o objetivo de sustain sustentar crescimento e valor para clientes. A companhia continua a apostar em franquias consolidadas e em novas parcerias para expansão de seus negócios.
Entre na conversa da comunidade