- O documentário Melania, da Amazon, estreou na Austrália na 31ª posição, somando 32.399 dólares em 33 telas.
- A renda por tela na abertura australiana foi de 982 dólares.
- Internacionalmente, o filme foi lançado em quinze mil e quinhentos cinemas? Wait: incorrect. Remove. Actually from texto: 155 cinemas no Reino Unido e Irlanda, com 32.974 libras (A$64.000) no fim de semana, média de 212,80 libras (A$415).
- No Reino Unido e Irlanda, abriu com 32.974 libras (£) em 155 cinemas, média de 212,80 libras por tela (A$415).
- Nos Estados Unidos, teve o melhor começo entre documentários em mais de uma década, com US$ 7 milhões, mas o custo total foi alto (US$ 40 milhões de produção e US$ 35 milhões de promoção); para alcançar o retorno global, estima-se que precise de cerca de US$ 100 milhões.
Melania, documentário de US$ 106 milhões sobre a primeira-dama dos EUA, estreou na Austrália com pé direito fraco, ocupando a 31ª posição nas bilheterias e recebendo apenas US$ 982 por sala. O filme foi lançado no país na última sexta-feira, após embargo global imposto pela Amazon.
Produzido pela Amazon, o longa teve exibição em 33 cinemas australianos e trouxe uma renda total de US$ 32.399 no fim de semana de estreia. O resultado coloca Melania atrás de Wicked: For Good, em cartaz há mais de dois meses, que arrecadou US$ 33.231 em 35 telas.
A estreia australiana ocorreu fora do tradicional período de quinta a domingo, já que o embargo atrasou a contagem de um dia de faturamento. O desempenho inicial é considerado fraco para um filme com grande investimento e promoção intensa.
Internacionalmente, o documentário teve outros padrões: no Reino Unido e Irlanda, foram 155 salas, com arrecadação de £32.974 (A$64 mil) e média por tela de £212,80 (A$415). Nos EUA, o lançamento comercial foi o mais forte de um documentário em mais de uma década, com US$ 7 milhões, porém o custo total de produção e promoção foi alto, estimado em US$ 75 milhões.
Donald Trump afirmou que não participou das negociações sobre o orçamento do filme, enquanto Melania Trump disse que a Amazon aceitou disponibilizar o longa em cinemas ao redor do mundo. O diretor Brett Ratner, que teve controvérsias associadas a acusações no cinema, defendeu a produção, destacando o orçamento para montar equipe, trilha e produção.
As primeiras avaliações recebidas pelo filme não foram positivas na imprensa. O crítico Xan Brooks, do Guardian, descreveu o documentário de forma desfavorável, destacando que a obra não oferece revelações satisfatórias sobre a ex-modelo eslovena. Em agregadores de avaliação, Melania registra baixos índices de aprovação.
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