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Filme Melania é ruim, mas faz parte da história dos EUA

Documentário sobre Melania Trump tem desempenho moderado nas bilheterias e divide opiniões sobre propaganda, em comparação com Jackie Kennedy

A silhouette of Melania Trump appears a she walks in front of a giant movie screen showing the title of her new movie, Melania.
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  • O documentário Melania teve desempenho razoável nas bilheterias, apesar das piadas sobre salas vazias durante a estreia.
  • A produção, supostamente acompanhando Melania Trump na preparação para a segunda posse de Donald Trump, custou cerca de 75 milhões de dólares, valor disputado pela Amazon MGM frente a Disney e Paramount.
  • O filme não deve lucrar; 28 milhões de dólares do valor pago vão direto para a primeira-dama, e a obra é criticada por não apresentar uma narrativa convincente para muitos espectadores.
  • O conteúdo foca em Melania fazendo escolhas de vestuário, reuniões de assessores e aparições, com referências musicais de décadas passadas durante a exibição.
  • O diretor Brett Ratner volta aos cinemas após mais de dez anos, em meio a controvérsias anteriores, e o filme é visto como propaganda ou serviço para fãs, com paralelos a documentários sobre Jacqueline Kennedy.

A produção Melania, documentário sobre a ex-primeira-dama dos EUA, gerou expectativa antes do lançamento. O filme, centrado na preparação para a segunda posse de Donald Trump, chegou aos cinemas com orçamento estimado em 75 milhões de dólares. O projeto recebeu sinal verde após disputas de oferta entre estúdios e plataformas, com a Amazon MGM assegurando o lançamento.

Embora tenha registrado desempenho razoável nas bilheterias, especialistas apontam que o filme não deve lucrar com a operação. Cerca de 28 milhões de dólares do valor pago pela distribuidora vão diretamente para Melania Trump, segundo análises, o que acende dúvidas sobre a viabilidade financeira.

O longa acompanha Melania em sequência de cenas que mostram escolhas de roupas, convites e deslocamentos entre áreas privadas e públicas, com trilha sonora que mescla composições antigas. Em Freehold, New Jersey, o público tende a ser maioritariamente feminino e de idade avançada.

Brett Ratner, em retorno às telonas após 11 anos, dirige o documentário. O filme foi desenvolvido sem origem exclusiva, com marcação de participação de Marc Beckman, assessor de Melania, e tem gerência criativa associada à RatPac Entertainment.

Entre referências externas, o material é frequentemente comparado a obras históricas que retratam primeiras damas, incluindo a televisão de Jackie Kennedy. O documentário não busca apenas retratar a figura pública, mas também explorar a construção de uma persona.

O desfecho busca associar Melania a imagens históricas de primeiras-damas americanas, como Jackie Kennedy, Eleanor Roosevelt e Mamie Eisenhower, para contextualizar a percepção pública. A produção provocou debates sobre propaganda e representação midiática.

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