- Em 1991, um grupo de povos Guarani foi despejado de um hotel no Rio de Janeiro durante as gravações da minissérie O Guarani, da Manchete.
- O grupo ficou cerca de quinze dias no local antes de deixar o hotel, conforme relato das imagens associadas à produção.
- A gerência do hotel acusou a falta de pagamento das diárias pela emissora, enquanto a Manchete afirmou que pagava as diárias e arcava com alimentação, transporte e hospedagem do elenco e do grupo.
- Entre as acusações, houve relatos de supostas infrações creditadas aos indígenas pelo staff do hotel, como urinarem no corredor, segundo a matéria.
- A produção tinha Angélica e Leonardo Brício como protagonistas e ficou marcada como episódio polêmico na história da Manchete.
Durante a gravação da minissérie O Guarani, de 1991, um grupo de indígenas foi despejado de um hotel no Rio de Janeiro. O hecho ocorreu no contexto de uma produção da Rede Manchete.
Segundo a gerência do hotel, o despejo ocorreu após 15 dias de hospedagem devido à suposta falta de pagamento das diárias pela Manchete. A administração afirmou não haver acordo financeiro para prorrogar a estadia.
Representantes do povo Guarani foram acusados pela gerência de urinarem em corredor do hotel, segundo denúncias apresentadas na época. Não houve confirmação independente das alegações no registro público da época.
A Manchete manteve versão contrária: afirmou que quitava as diárias, além de custos com alimentação, transporte e hospedagem, e que o despejo foi ilegal. A emissora destacou que o grupo recebia tratamento equivalente ao de outros atores.
O episódio ficou registrado como um caso polêmico nos bastidores da produção de O Guarani, gerando controvérsia sobre condições de hospedagem e pagamentos durante a realização da minissérie.
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