- O documentário Melania, da Amazon, teve abertura de US$ 7 milhões no fim de semana, liderando o ranking de filmes documentários, mas ficou aquém do custo de produção e divulgação de US$ 70 milhões.
- A produção foca os 20 dias anteriores à segunda posse de Donald Trump, sem explorar além disso, e dividiu críticas entre elogios ao visual e questionamentos sobre o conteúdo.
- O público foi majoritariamente feminino (aproximadamente 72%) e com mais de 45 anos (cerca de 83%); 75% dos compradores eram brancos, 11% hispânicos e 4% pretos e asiáticos.
- Em estreia, houve presença de figuras políticas, como Cecilia Abbott, esposa do governador do Texas, ao lado do público, incluindo o grupo de Lisa Copeland, que descreveu a noite como “girls’ night”.
- Algumas reações criticaram o retrato de Melania na tela, enquanto fãs afirmaram que o filme oferece uma visão mais íntima da ex-primeira-dama, sem revelar tudo sobre sua vida pessoal.
The documentário Melania estreou nos cinemas nacionais, gerando 7 milhões de dólares na primeira geração de bilheteria. O filme acompanha os 20 dias que antecederam a segunda inauguração de Donald Trump, sem avançar além desse período. A produção foi alvo de críticas, com avaliações negativas de alguns veículos de imprensa.
No fim de semana de abertura, mulheres fãs de Melania percorreram salas de cinema para assistir ao filme. Em Austin, Texas, um grupo de amigas, liderado por Lisa Copeland, investiu em figurino inspirado na primeira-dama. O destaque foi a presença de uma figura associada à gestão estadual em uma fileira da frente.
Cecilia Abbott, esposa do governador do Texas, Greg Abbott, apareceu na primeira fileira durante a sessão de abertura, segundo relatos de presentes. O grupo de Copeland o descreveu como um evento para pessoas que apoiam a trajetória de Melania, descrevendo a noite como um encontro específico para mulheres com visão conservadora.
Audiência e perfil do público
A Variety informou que o público do filme era predominantemente feminino (cerca de 72%) e com 83% acima de 45 anos. O estudo adicional indicado pela publicação aponta que 75% dos compradores eram brancos, com participação de 11% de latinos e 4% de pretos e asiáticos. Esses dados apontam para uma audiência menos jovem, em contraste com a tendência atual do cinema.
Entre as espectadoras, havia expectativa de revelar momentos pessoais, a partir, principalmente, de cenas ligadas à família e à vida de Melania antes de se tornar primeira-dama. Algumas participantes destacaram a presença de Melania em momentos de memória, como a cerimônia de posse, sem a participação proeminente de Donald Trump no filme.
A recepção crítica foimista. Enquanto alguns espectadores destacaram o alto padrão de produção e momentos de intimidade, críticos ressaltaram a ausência de revelações explosivas. Em termos de produção, houve reconhecimento de que o filme não aborda temas polêmicos do governo Trump, mantendo o foco na figura de Melania.
Reações e contexto
Entre organizadores conservadores, o filme foi recebido como uma visão do papel de Melania, com ênfase em sua relação com o marido e em aspectos de privacidade. Lideranças da Federação Nacional de Mulheres Republicanas estiveram entre as testemunhas, em encontros realizados sem grandes incidentes.
Histórias sobre o filme discutiram também a questão da percepção pública da primeira-dama. Enquanto há quem veja a produção como uma narração da vida pessoal, outros avaliam que o documentário oferece uma visão controlada da figura pública, sem insinuações ou denúncias.
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