- O nome Jade virou febre no Brasil após a novela O Clone, com Giovanna Antonelli, impulsionando registros de nascimento de milhares de meninas.
- Hoje, o Brasil soma mais de 26 mil mulheres chamadas Jade, rendendo ao nome a posição de 888º mais comum.
- A popularidade ganhou força também com outras Johns, como Jade Picon e Jade Barbosa, ajudando a manter o nome em evidência.
- Antes de O Clone, Jade era pouco comum; já em 1991, com Vamp, o nome passou a crescer, abrindo espaço em escolas e chamadas.
- Entre 1991 e 2000, com Vamp, o número de pessoas chamadas Jade subiu de cerca de 600 para mais de 4.500 registros; em 2002, com auge da trama, cerca de 5 mil meninas foram registradas com o nome.
O nome Jade ganhou notoriedade no Brasil após a exibição da novela O Clone, da Globo, com a personagem muçulmana interpretada por Giovanna Antonelli. A trama, exibida há cerca de 25 anos, ajudou a popularizar a escolha entre mães barreiras culturais e tradicionais.
Dados oficiais apontam que o Brasil já registra mais de 26 mil mulheres com o nome Jade, tornando-o o 888º mais comum no país. O impacto da novela ficou evidente no número de registros de nascimento durante seu auge.
Origem do nome e impacto cultural
Antes de O Clone, Jade já aparecia na televisão. Em 1991, a personagem Jade Ramos Rocha, da novela Vamp, interpretada por Luciana Vendramini, abriu espaço para o nome ganhar adesão. Entre 1980 e 1990, havia cerca de 600 pessoas chamadas Jade no país.
Fluxo de registros ao longo dos anos
Entre 1991 e 2000, com Vamp no ar, o total de registros subiu para mais de 4.500. Em 2002, com O Clone, cerca de 5 mil meninas tiveram o nome registrado nos cartórios brasileiros. Ao longo do tempo, celebridades associaram o nome a figuras públicas, mantendo a popularidade.
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