Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Despertar cultural: os 13 moldaram minha juventude até episódio psicótico

Da tela de Thirteen à adolescência de excessos, culminando em episódio psicótico aos vinte e revelando o custo de buscar validação no risco

Illustration: Martin O'Neill/The Guardian
0:00
Carregando...
0:00
  • Aos 13 anos, a autora virou de uma criança feliz e ligada à música para uma adolescente isolada, sem que nada mais importasse. Ela só recebeu a percepção disso ao ver o filme Thirteen aos 14.
  • O filme despertou um senso de rebeldia; ela conheceu meninas de uma escola oposta, passou a curtir festas, drogas e sexo, e acabou entrando nesse estilo de vida.
  • Mudanças visíveis ocorreram: piercing na língua, piercing no umbigo, roupas mais curtas, cabelo loiro, saídas noturnas escondidas dos pais e a primeira relação sexual, além de uso de ácido.
  • A trajetória continuou até 2024, quando houve um episódio psicótico após dias sem dormir e consumo excessivo, levando-a a enfrentar os impactos de anos de excessos.
  • A experiência mostrou que Thirteen ofereceu um “roteiro” para sobreviver à adolescência por meio de excessos, mas revelou que o verdadeiro problema era interno, levando-a a buscar significado em amizades, trabalho e criatividade. Mind e Childline oferecem apoio no Reino Unido.

A repercussão de um filme sobre a vida de uma jovem é contestada pela experiência de quem o assistiu na adolescência. A narrativa conta como Thirteen moldou comportamentos de uma jovem que vivia numa escola católica só para meninas, em território britânico, aos 14 anos.

Ao ver a corporação de rebeldia apresentada no longa, a autora passou a adotar mudanças extremas: piercing na língua, estética provocadora, festas em mansões e uso de substâncias. O enredo da protagonista trouxe sensação de pertencimento e valorização, segundo seu relato.

O texto descreve uma trajetória que se estendeu até a metade dos 20 anos, com consumo de álcool excessivo e busca por validação social. Em 2024, a mudança ocorreu após uma crise psicótica durante um período de insônia e uso de substâncias, resultando em dois dias e meio de episódio psicótico.

A autora afirma ter reconhecido, após o episódio, que tentou preencher um vazio desde a infância. Hoje, diz que ainda quer sentir-se relevante, mas encontra sentido em amizades, no trabalho e na criatividade, não mais em excessos. O relato destaca o custo de manter padrões de autodestruição.

A mensagem final reforça a importância de apoiar a saúde mental desde a adolescência, com recursos disponíveis no Reino Unido: Mind oferece apoio pelo telefone 0300 123 3393 e Childline atende pelo 0800 1111. As informações chegam como alerta para familiares, escolas e serviços de saúde.

Mudanças de tema e relevância de recursos

A reflexão final aponta para a necessidade de diálogo sobre impactos de filmes e cultura jovem, evitando normalizar comportamentos de risco. O texto permanece neutro, sem julgamentos, com dados sobre disponibilidade de apoio psicológico.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais