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História seletiva da imagem em movimento chega ao centro de Los Angeles

Exposição da Fundação Julia Stoschek em Los Angeles apresenta mais de quarenta trabalhos de cinema e arte em vídeo, marcando a estreia nos EUA

A still from Lu Yang’s 50-minute video DOKU: The Flow (2024), one of the artist’s works in which they create hybrid experiential realms that blur physical and virtual realities
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  • A Fundação Julia Stoschek, baseada na Alemanha, apresenta em Los Angeles a sua primeira grande exposição nos EUA de obras de vídeo e de tempo.
  • A mostra, com mais de quarenta peças, fica no Variety Arts Theater, no centro da cidade, exibidas em monitores e projeções.
  • O conjunto flerta entre cinema histórico e produção contemporânea, com obras de nomes como Alice Guy-Blaché, Georges Méliès, Doug Aitken e Arthur Jafa.
  • Destaques vão desde clássicos como The Skeleton Dance (1929) e Mister Delaware and the Boxing Kangaroo (1895) até trabalhos recentes, como DOKU: The Flow (2024) de Lu Yang.
  • A entrada é gratuita e é recomendada reserva; a exposição fica em cartaz até 20 de março.

A Fundação Julia Stoschek, alemã e reconhecida por sua coleção de obras baseadas no tempo, lança nos EUA sua primeira grande exposição em formato de teatro. O Variety Arts Theater, no centro de Los Angeles, recebe mais de 40 trabalhos de videoarte, instalação e cinema entre 1960 e a atualidade. A mostra expõe a curadoria de Udo Kittelmann, que prefere se apresentar como editor, não apenas curador.

A escolha de Los Angeles se justifica pela história de imagem em movimento viva na cidade, segundo Kittelmann. O conjunto contrasta obras históricas com criações contemporâneas, incluindo nomes como Alice Guy-Blaché, Georges Méliès, Doug Aitken e Arthur Jafa. O acervo da fundação dialoga com materiais de acervo emprestados e arquivos.

O que está em exibição

O espaço principal exibe um público desfocado em Oh, the humanity, de Jon Rafman (2015), em uma tela gigante. A curadoria busca refletir o momento atual por meio de referências a multidões e cenários de mídia.

No mezanino, a mostra inclui Ana Mendieta com Anima, Silueta de Cohetes (Firework Piece) (1976) e trechos de Nina Simone cantando Sinnerman. Kittelmann destaca obras que combinam magia e tragédia para compreender o tempo presente.

A programação percorre desde cinema mudo até criações contemporâneas, com peças de Max Skladanowsky (Mister Delaware and the Boxing Kangaroo, 1895) e Mlle Guy-Blaché (The Consequences of Feminism, 1906). A seleção explora mudanças de gênero, técnica e percepção audiovisual.

Detalhes logísticos e acesso

A mostra acontece no Variety Arts Theater e está aberta ao público com entrada gratuita, mediante reserva. O projeto permanece em cartaz até 20 de março. A curadoria planeja que a exposição funcione como uma visão panorâmica do cinema e da imagem em movimento, do início até as fábricas digitais de hoje.

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