- Brasil é o segundo maior mercado da Apple TV em número de assinantes e o que mais cresce globalmente, segundo Eddy Cue, em entrevista à Folha de S. Paulo.
- A Apple TV ainda não produz conteúdo original no Brasil.
- Cue participou de um evento da Apple em Santa Monica para apresentar a programação de 2026; ele observa que Netflix, Amazon e Disney já transformaram o Brasil em polo de produção.
- Como exemplo de distribuição em salas de cinema, citou F1: O Filme, da Warner Bros., indicado ao Oscar; acredita que a experiência coletiva continua valiosa.
- A Apple TV tinha cerca de 45 milhões de assinantes em 2024, mas acumulava perdas superiores a US$ 1 bilhão; reduziu gastos com conteúdo de US$ 5 bilhões para US$ 4,5 bilhões no último ano.
Em Santa Monica, durante um evento da Apple, Eddy Cue, vice-presidente de serviços, afirmou que o Brasil se consolidou como o segundo maior mercado da Apple TV em termos de assinantes e que o país vive ritmo de crescimento acelerado nessa área. A Apple confirmou que, mesmo com esse avanço, ainda não produz conteúdo original localmente.
Cue ressaltou que plataformas concorrentes já transformaram o Brasil em polo de produção de conteúdo, o que ele reconheceu como um avanço para rivais como Netflix, Amazon e Disney. O executivo destacou que o ritmo de desenvolvimento nem sempre atende às expectativas, mas garantiu que a Apple pretende investir no Brasil para criar conteúdo de qualidade.
Sobre cinema, Cue citou o filme F1: O Filme, da Warner Bros., como exemplo de compromisso da Apple com distribuição nas salas. Ele enfatizou que a experiência de assistir a filmes coletivamente continua importante e tende a ganhar valor no futuro.
Durante a entrevista, a Netflix ainda disputava a compra da Warner Bros. Cue afirmou ter boa relação com a Netflix e com a Warner, e disse que isso não impediria futuras parcerias. A Netflix desistiu da oferta, e a Paramount deve assumir o controle da Warner após aprovação regulatória.
A Apple TV registrou cerca de 45 milhões de assinantes em 2024, mas apresentava perdas anuais superiores a US$ 1 bilhão. A empresa reduziu o gasto com conteúdo de US$ 5 bilhões para US$ 4,5 bilhões no ano anterior.
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