- The Beauty, série de Ryan Murphy no Disney Plus, reúne Evan Peters, Rebecca Hall e Ashton Kutcher em uma trama que critica a obsessão pela estética.
- A história acompanha um bilionário (Kutcher) que cria uma droga capaz de transformar qualquer pessoa na “melhor versão”, porém com deformações, mortes e transmissão sexual, gerando uma epidemia investigada pelos policiais Drew Foster e Kara Vaughn (Peters e Hall).
- A produção mistura humor, visual chamativo e um tom de horror corporal, inspirado por A Substância e American Horror Story, para discutir padrões de beleza impostos pela sociedade.
- A trama aborda estereótipos ligados à pressão estética—from obesidade a pessoas saudáveis—com humor repetitivo e exageros que caracterizam o estilo murphiano.
- O finale sugere saldo positivo para a proposta e deixa espaço para uma segunda temporada ainda mais excêntrica, destacando a marca de Murphy, mesmo com alguns momentos repetitivos.
O Beauty, série da Disney Plus, unifica o universo de A Substância e American Horror Story em uma produção de Ryan Murphy. A trama envolve humor, visual marcante e caricaturas para discutir a estética dominante na sociedade atual.
O elenco é encabeçado por Ashton Kutcher, Evan Peters e Rebecca Hall. Kutcher interpreta Byron Forst, um bilionário que cria uma droga que promete transformar qualquer pessoa na “melhor versão”. Peters e Hall atuam como policiais que investigam as consequências.
A droga possibilita eliminação de doenças e defeitos, mas gera deformações e mortes após alguns dias. A transmissão sexual do produto é apresentada como parte crucial da epidemia a ser apurada pelas forças de segurança.
Ao redor da narrativa central, a produção aborda padrões de beleza impostos pela sociedade, incluindo temas como obesidade, deficiência e saúde aparente. O tom satírico e cafona é usado para enfatizar o excessivo culto à estética.
Desempenho e desdobramentos
As performances chamam atenção, especialmente a atuação de Kutcher, que dá vida ao criador da droga. Peters e Hall conduzem as investigações, revelando os impactos sociais do objeto que provoca superlatividade e riscos graves.
A temporada fecha com uma conclusão que admite falhas narrativas na parte final, abrindo espaço para uma segunda temporada ainda mais excêntrica. O conjunto é visto como um acerto parcial de Murphy.
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