- Amanda Seyfried interpreta a líder de um movimento espiritual em O Testamento de Ann Lee, filme inspirado em história real; estreia nos cinemas de São Paulo nesta semana.
- Além dele, estreiam A Pequena Amélie (indicada ao Oscar 2026), Depois do Fogo, Hora do Recreio e o documentário brasileiro Hora do Recreio, entre outros títulos.
- A programação também traz relançamentos de Eu, Tu, Ele, Ela e O Serviço de Entregas da Kiki, além da Mostra Cine São Pedro – Cinema e Música.
- O Testamento de Ann Lee se passa na Inglaterra do século XVIII, com Ann Lee liderando um grupo que pratica música e dança em uma comunidade igualitária.
- Outros títulos na seleção incluem Iron Lung, Máfia de Pelúcia, Missão Refúgio e A Pequena Amélie, com diferentes faixas etárias indicadas.
Amanda Seyfried vive a líder de um movimento espiritual que busca igualdade de gênero, em O Testamento de Ann Lee, que estreia nos cinemas de São Paulo nesta semana. O filme é inspirado em uma história real e aborda a formação de uma comunidade utópica.
A produção centra-se em Ann Lee, personagem interpretada por Seyfried, a quem a narrativa atribui a experiência de uma liderança messiânica no século XVIII na Inglaterra. O elenco inclui Lewis Pullman e Thomasin McKenzie.
O contexto da estreia envolve uma programação local com destaques de outros títulos. Entre eles, a animação A Pequena Amélie, indicada ao Oscar 2026, e o drama Depois do Fogo, com Josh O’Connor. Também compõem a seleção Hora do Recreio, documentário brasileiro sobre educação.
Além disso, o relançamento de clássicos como Eu, Tu, Ele, Ela e O Serviço de Entregas da Kiki compõe a mostra especial em andamento no Theatro São Pedro, que oferece cinema acompanhado de trilha sonora ao vivo.
No conjunto de lançamentos, há ainda filmes nacionais e internacionais de ficção, drama e documentário, com uma variedade de temas que vão de questões sociais a histórias de superação, refletindo a diversidade da programação.
O Testamento de Ann Lee traz uma abordagem histórica ao retratar uma comunidade que, segundo a obra, vive sob rituais de igualdade e partilha. A direção é de Mona Fastvold, com uma montagem que enfatiza aspectos musicais e de dança da sociedade retratada.
A estreia em São Paulo consolida a presença da produção, que já teve circulação internacional, e oferece aos espectadores uma leitura crítica sobre liderança, fé coletiva e limites da liberdade individual dentro de um grupo societal.
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