- O empresário Larry Ellison e o ex-presidente dos EUA Donald Trump são citados em uma ação legal envolvendo o produtor Jeff Shell e a Paramount Skydance, ligada a uma batalha contra a Warner Bros. Discovery.
- O processado RJ Cipriani afirma ter recebido informações internas sobre conversas entre Ellison, Trump e a Paramount em busca da aquisição da Warner Bros. Discovery, em reunião de 2 de fevereiro.
- Em alegaçao atual, a petição afirma que Shell descreveu a garantia pessoal de Trump a Ellison sobre a aquisição da WBD, segundo documentos judiciais.
- Cipriani lançou ação de noventa milhões de dólares contra Shell e expandiu o strike para incluir Ellison e o filho David Ellison, além de nomes do cinema e da tecnologia.
- A defesa de Shell nega compartilhar informações confidenciais e a Paramount afirma ser improvável qualquer fundamento factual ou legal; há também uma negociação de acordo, com oferta de sete dígitos para encerrar ações.
Donald Trump e Larry Ellison aparecem em operação judicial ligada à disputa entre RJ Cipriani e Jeff Shell, presidente da Paramount. Acusações trazem diálogo sobre negociações envolvendo Warner Bros. Discovery e possíveis influências políticas.
Cipriani, autor da ação, diz ter recebido informações internas sobre conversas entre Ellison e Trump. Segundo a documentação, Shell relatou a Cipriani detalhes da aquisição da WBD pela Paramount e a possível participação de Trump no tema.
Os autos indicam que uma reunião ocorreu em 2 de fevereiro, na qual teriam sido discutidas influências de Washington sobre decisões estratégicas da Paramount. A attorney de Cipriani afirma que houve intervenção direta de Trump nessas decisões.
A ação original questiona danos de 150 milhões de dólares, envolvendo Shell, Paramount Skydance e outros executivos. Ellison e o filho David Ellison foram incluídos como réus na atualização do processo.
Shell nega ter compartilhado informações confidenciais com Cipriani. Ele ajuizou contra o pesquisador um countersuit por extorsão e difamação, defendendo que foi alvo de um golpe para obter vantagem financeira.
O documentos também mencionam conversas de alto nível sobre o financiamento de projetos como a franquia Rush Hour, com envolvimento potencial de Ellison e de entidades ligadas à Paramount. A defesa afirma que não houve benefício indevido.
Entre os envolvidos, aparecem Gerry Cardinale, CEO da RedBird, e o conselho da Paramount, com exceção de Sherry Lansing. Cipriani alega que o objetivo era pressionar Shell para favorecer negócios de alto valor.
A investigação sobre supostas divulgações de informações não públicas continua. Cipriani aponta que houve ofertas para encerrar ações em troca de reservas financeiras, sem assinatura do acordo definitivo. A Gibson, Dunn & Crutcher lidera apuração.
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