- O filme Velhos Bandidos chegou aos cinemas na quinta-feira, 26, com Vladimir Brichta e Lázaro Ramos no elenco.
- Brichta afirmou que fazer a plateia rir é o desafio maior e que uma boa comédia é algo raro hoje em dia.
- Ramos, porém, destacou que o humor brasileiro é forte e que o público lida com as mazelas nacionais com muito humor.
- Brichta contou ter se surpreendido com o componente emocional da produção e revelou que Lázaro ligou para dizer que se sentiu emocionado e rindo ao mesmo tempo.
- O ator ressaltou que emocionar pode depender de recursos do diretor, citando Claudio Torres como responsável pela condução do filme.
No filme Velhos Bandidos, que chegou aos cinemas na quinta-feira passada, 26, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos falaram à CNN Pop sobre o que é mais difícil provocar risos ou lágrimas no público. A conversa girou em torno dos desafios de emocionar sem perder o humor, e a reação do público ao longa. A estreia ocorreu nas salas brasileiras.
Brichta afirmou que provocar riso é mais desafiador, destacando que uma boa comédia é rara hoje em dia. Para ele, fazer o público rir exige técnica específica, enquanto emocionar costuma depender de recursos usados pelo diretor. O ator ressaltou o valor de um humor bem aplicado.
Ramos vê o humor como força presente na cultura brasileira, ligada a uma tradição de comédia que acompanha a nação há gerações. Ele enfatizou que o brasileiro lida com mazelas por meio do humor, o que explica a presença de humor em produções nacionais.
A surpresa emocional
Brichta contou ter ficado surpreso com o componente emocional do filme, algo que ele não esperava durante as filmagens. Segundo o ator, a emoção acabou surgindo por meio da direção de Claudio Torres, cuja leitura da história favorece esse tom.
Ele explicou que, embora o humor tenha exigido ver comediante mostrar domínio, a emoção depende também da condução criativa do conjunto. A interação entre atuação, direção e roteiro sustentou o equilíbrio entre rir e comover.
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