- Nicolas Cage comeu baratas vivas para gravar uma cena de Um Estranho Vampiro, filme de 1988 em que ele interpreta um executivo que acredita ser vampiro.
- A cena foi gravada três vezes; o roteiro original previa que o personagem comesse um ovo cru, mas ele escolheu as baratas para provocar reação no público.
- Na época, Cage ainda estava no início da carreira e é sobrinho do diretor Francis Ford Coppola.
- Em 2023, ao falar sobre Renfield – Dando Sangue pelo Chefe, o ator relembrou a experiência e disse que ficou traumatizado e não gostaria de repetir.
- Em entrevista ao Yahoo, Cage afirmou que nenhum músculo do corpo queria fazer aquilo, mas ele fez mesmo assim.
Nicolas Cage passou por uma experiência marcante no início de sua carreira. Durante as filmagens de Um Estranho Vampiro, em 1988, ele decidiu comer baratas vivas para gravar uma cena, em vez de seguir o roteiro original que pedia ovo cru.
Cage interpretava um executivo do mercado literário que acredita ser um vampiro. Segundo relatos na época, ele optou pela escolha incomum para provocar reação real do público, gravando a momento três vezes.
O ator hoje admite que a decisão foi motivada por um desejo de impacto visual. Em entrevistas recentes, ele disse que o episódio foi descon forto e que não pretende repetir algo parecido.
A produção contou com o envolvimento de Cage no início da carreira, época em que o ator já começava a consolidar nomes como Francis Ford Coppola na família. O filme é conhecido por gerar memes populares, associando Cage a expressões intensas.
Na memória do ator, o episódio fica marcado como uma experiência que não pretende revisit ar. Em entrevistas, ele descreve o sentimento de resistência física, mas reconhece ter concluído a cena sob pressão.
Em 2023, ao relembrar a experiência para promover Renfield – Dando Sangue pelo Chefe, Cage afirmou que aquilo foi suficiente e que não quer repetir situações parecidas. Ele ressaltou o impacto emocional da cena.
A história circulou na imprensa como curiosidade sobre os extremos de atuação de Cage. Fontes que acompanharam a época destacam o paralelo entre a invenção cênica e a necessidade de verossimilhança nas obras de terror.
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