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Jornalistas investigam mortes de Jango e JK em filme de ficção

Jornalistas investigam as mortes de Jango e Kubitschek no filme A Conspiração Condor, que une fatos históricos e ficção e terá sessões em Brasília e São Paulo

Mel Lisboa interpreta a jornalista Silvana em "A Conspiração Condor"
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  • O filme A Conspiração Condor, de André Sturm, tem sessões para convidados em 30 de março, às 19h30, no Cine Belas Artes, em São Paulo, e em 31 de março no Liberty Mall, em Brasília; estreará em 9 de abril de 2026 em Brasília e em todas as capitais.
  • Mel Lisboa interpreta a jornalista Silvana e Dan Stulbach o jornalista argentino Juan, que investigam as mortes dos ex-presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart.
  • Kubitschek governou de 1956 a 1961; Brasília foi inaugurada em 1960. Ele morreu em 1976, em acidente na rodovia Presidente Dutra.
  • Jango, vice de Kubitschek e depois de Jânio Quadros, foi deposto no golpe de 1964; viveu no exílio e morreu em 1976, na Argentina, sem necrópsia.
  • Pedro Bial interpreta Carlos Lacerda; o roteiro é de Sturm e Victor Bonini, distribuição da Pandora Filmes, e o filme foi exibido no Festival do Rio em 2025 e filmado em Iguape (SP) em 2024.

O filme A Conspiração Condor, dirigido por André Sturm, terá sessão para convidados nesta segunda-feira (30.mar.2026) às 19h30 no Cine Belas Artes, na Consolação, São Paulo. A bilheteria também venderá ingressos, mas o total de lugares não foi divulgado.

Na terça-feira (31.mar) haverá sessão para convidados no Liberty Mall, em Brasília, no Setor Comercial Norte. Também haverá venda de ingressos. A estreia está marcada para 9 de abril de 2026 em cinemas de Brasília e nas capitais de todos os estados.

A produção mistura elementos históricos e ficcionais. Mel Lisboa interpreta a jornalista Silvana, que, ao lado do jornalista argentino Juan, interpretado por Dan Stulbach, investiga as mortes de dois ex-presidentes brasileiros: Juscelino Kubitschek e João Goulart, conhecido como Jango.

Kubitschek (1902-1976) governou de 1956 a 1961; durante sua gestão, Brasília foi criada e inaugurada em 1960. A morte ocorreu em 22 de agosto de 1976, em acidente na rodovia Presidente Dutra, quando o ex-presidente viajava de São Paulo ao Rio.

Jango foi vice de Kubitschek e, posteriormente, de Jânio Quadros. Com a renúncia de Jânio em 1961, assumiu a presidência e foi deposto pelo golpe de 31 de março de 1964, que inaugurou o regime militar que perdurou até 1985. Jango viveu o exílio na Argentina e faleceu em 6 de dezembro de 1976, por infarto, na fazenda na província de Corrientes; não houve necrópsia.

Elenco e enredo

No roteiro assinado por Sturm e Victor Bonini, o jornalista Juan e a jornalista Silvana questionam as versões oficiais sobre as causas das mortes dos ex-presidentes. Pedro Bial interpreta Carlos Lacerda (1914-1977), figura política que apoiou o Golpe de 1964 e teve direitos políticos cassados em 1968.

A distribuição é da Pandora Filmes. O filme foi exibido no Festival do Rio, em outubro de 2025, e teve uma segunda exibição pública ao ar livre em Iguape (SP) no sábado, 28.mar.2026. A produção foi realizada em 2024, em locação na cidade.

Contexto de produção

Sturm é presidente do Grupo Belas Artes, ao qual a Pandora pertence. Também atua como vice-presidente da Fiesp e é presidente do Siaesp. A obra, portanto, reúne nomes ligados à produção audiovisual e à indústria cultural brasileira, sinalizando conexão entre cinema, história e análise crítica.

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