- O filme derivado da série “O Verão que Mudou Minha Vida” gerou atrito nos bastidores, segundo o Deadline.
- Os protagonistas, incluídos Lola Tung, Christopher Briney e Gavin Casalegno, teriam salários baixos para a nova produção e negociavam aumentos.
- As negociações iniciais para a terceira temporada avançaram para a ideia de transformar a história em um longa para cinemas.
- A participação no filme teria sido condicionada a aceitar o novo contrato, sob a alegação de “aumento salarial” apenas mediante assinatura.
- A reportagem aponta frustração entre o elenco e afirma que os atores receberiam o equivalente a três episódios pela participação, gerando preocupação sobre o tratamento de artistas jovens; nenhum porta-voz confirmou o conteúdo.
O filme O Verão que Mudou Minha Vida, segundo reportagens, gerou atrito nos bastidores. O elenco principal não deve receber salários elevados com a produção do longa, que expande a história da série para o cinema.
Os protagonistas Lola Tung, Christopher Briney e Gavin Casalegno, além de Sean Kaufman e Rain Spencer, teriam tentado negociar aumentos na terceira temporada. O valor inicial de referência era entre 35 mil e 40 mil dólares por episódio para os jovens atores.
De acordo com o Deadline, o convite para integrar o longa surgiu durante as negociações salariais. A proposta de remuneração só viria acompanhada da assinatura de um contrato para o filme, gerando resistência por parte do elenco.
Com a pressão, o grupo acabou aceitando o novo contrato, que prevê um acréscimo significativo na temporada final da série e a participação no projeto cinematográfico. Fontes afirmam que as negociações resultaram em pagamento equivalente a três episódios.
A controvérsia gerou frustração nos bastidores, com relatos de sensação de desvalorização entre os jovens artistas e dúvidas sobre o papel da direção. A discussão acontece num momento em que a série do Prime Video tem números expressivos de audiência.
Até o momento, não houve pronunciamento público das partes envolvidas sobre as informações veiculadas. O caso é visto por alguns como precedente de tratamento a artistas jovens na indústria, segundo fontes familiarizadas com o tema.
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