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Ju Colombo diz que filme inaugura um novo cinema

Narciso inaugura novo cinema brasileiro ao tratar identidade e pertencimento com linguagem onírica, sem clichês, em cartaz

Filme inaugura uma nova forma de contar histórias no Brasil ao trazer à tona conflitos diferentes
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  • Narciso, filme brasileiro dirigido por Jeferson De, está em cartaz nos cinemas.
  • A trama acompanha um menino órfão que, devolvido pelos pais adotivos, enfrenta rejeição até encontrar um gênio interpretado por Seu Jorge; para ter uma família rica e branca, ele não pode ver seu reflexo.
  • O filme aborda identidade e pertencimento e é apresentado como uma nova forma de cinema brasileiro, com estética e linguagem oníricas.
  • Ju Colombo interpreta Carmen, e a diretora de fotografia Lílis Soares é elogiada pela sensibilidade na captura das nuances narrativas.
  • Ju Colombo destaca, em entrevista, a importância cultural da obra dentro da comunidade negra e a abordagem de conflitos diferentes dos clichês do cinema nacional.

O filme brasileiro Narciso, dirigido por Jeferson De, está em cartaz nos cinemas. A história acompanha um menino órfão, interpretado por Arthur Ferreira, devolvido pelos pais adotivos e pressionado pela rejeição. Tudo muda quando ele encontra um gênio vivido por Seu Jorge.

O enredo aborda identidade e pertencimento, explorando conflitos que fogem dos clichês do cinema nacional. No elenco, Ju Colombo atua como Carmen, entre outros nomes de destaque. A produção tem recebido atenção pela abordagem cultural da população negra.

Ju Colombo, em entrevista ao News das 10, descreveu a experiência de interpretar a personagem e ressaltou a importância cultural para a comunidade negra. A atriz destacou a visão de afeto, cuidado e regras presentes no cotidiano da comunidade retratada.

Elenco e proposta estética

Segundo a atriz, Narciso inaugura uma forma nova de contar histórias no Brasil, com estética e linguagem oníricas refinadas. A diretora de fotografia Lílis Soares também é elogiada pela capacidade de captar nuances com sensibilidade.

A produção enfatiza uma montagem que privilegia conflitos alternativos, sem recorrer a cenas de violência extrema. A narrativa foca em afetos da população negra, buscando representar dinâmicas diferentes das habituais no cinema nacional.

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