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Justiça dos EUA rejeita acusações de assédio de Blake Lively contra Baldoni

Juiz federal dos EUA rejeita acusações de assédio de Blake Lively contra Justin Baldoni por questões de jurisdição, abrindo caminho para ações adicionais

Blake Lively e Justin Baldoni, estrelas de "É Assim que Acaba"
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  • Um juiz federal em Manhattan rejeitou a maior parte dos argumentos de Blake Lively contra Justin Baldoni por questões de jurisdição, afastando acusações de assédio sexual no filme É Assim Que Acaba (2024).
  • Liman afirmou que a ação foi movida com base em lei da Califórnia e que a conduta supostamente ilícita ocorreu em outro local, levando ao indeferimento das alegações.
  • O juiz apontou que Lively pode mover ações de retaliação contra a Wayfarer Studios, bem como ações contratual e de cumplicidade contra diversos réus.
  • O processo, aberto em dezembro de 2024, alega ambiente de trabalho hostil, difamação e invasão de privacidade, com menções a possíveis informações de celebridades associadas.
  • O filme, que teve críticas mistas, arrecadou mais de US$ 351 milhões em todo o mundo.

Um juiz federal em Manhattan rejeitou a maioria dos argumentos de Blake Lively no processo que a move contra Justin Baldoni, envolvendo suposto assédio durante as filmagens do drama romântico É Assim Que Acaba, de 2024.

O juiz Lewis Liman indeferiu as acusações de assédio por questões de jurisdição, destacando que a ação se baseia em uma lei da Califórnia e que a conduta impugnada ocorreu em local distinto.

Lively processou Baldoni, a Wayfarer Studios e outras partes em dezembro de 2024, buscando indenização por supostos assédios, difamação, invasão de privacidade e violações de leis federais e estaduais.

O advogado de Baldoni argumentou que as preocupações de Lively foram tratadas e que ele poderia ter contratado uma empresa de gerenciamento de crises após críticas públicas. O juiz manteve a possibilidade de ações de retaliação contra a Wayfarer, além de ações contratuais e de cumplicidade contra diversos réus.

Status do processo

A ação permaneceu sob avaliação judicial sem uma decisão final sobre as demais alegações, conforme o tribunal. Baldoni dirigiu o filme e defendia a condução de suas atividades durante a produção.

Entre os fatos de produção citados no processo, há alegações de que cenas com conteúdo sexual foram incluídas no roteiro e que uma sequência de dança envolveu toque não consensual, segundo a defesa de Lively. Liman indicou que parte das alegações se direcionava à personagem, não à pessoa física de Lively.

O filme É Assim Que Acaba estreou com Lively e Baldoni nos papéis centrais, sendo estrelado pela dona de uma floricultura que casa com um neurocirurgião interpretado por Baldoni. A narrativa envolve tensão conjugal e reconciliação entre personagens.

Apesar das controvérsias, a produção arrecadou cerca de US$ 351 milhões mundialmente, segundo dados de mercado de cinema. O caso continua ativo e em andamento no judiciário norte-americano.

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