- Meryl Streep afirmou que, em 2006, O Diabo Veste Prada enfrentou dificuldades de orçamento por ser considerado um filme de mulherzinha, evidenciando machismo na indústria.
- Ela destacou que filmes como Barbie e Mamma Mia! mostraram haver demanda por histórias com mulheres no centro, o que ajudou a mudar a percepção.
- A atriz disse que a equipe precisou se virar com o orçamento na época e citou conversas com Greta Gerwig sobre o tema.
- Streep afirmou que, em comparação, Barbie recebeu investimento maior, sugerindo diferenças de aporte entre produções.
- O Diabo Veste Prada 2 estreia no Brasil no dia 30 de abril, com retorno de Streep ao elenco ao lado de Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci.
Meryl Streep, 76, informou em entrevista ao The Late Show que O Diabo Veste Prada enfrentou dificuldades de orçamento no seu lançamento, em 2006. A atriz interpreta Miranda Priestly no filme, que também enfrentou ceticismo por tratar de uma história com foco em mulheres.
Ela afirmou que o longa foi visto, na época, como um projeto de menor importância, o que dificultou a captação de recursos. A declaração foi publicada pelo Deadline nesta sexta-feira.
Streep comparou a situação com o sucesso de Barbie anos depois, ressaltando que produções com protagonistas femininas passaram a ser mais valorizadas. Em relação ao orçamento, citou ainda que houve necessidade de improvisos para viabilizar o filme.
O que mudou com Barbie e os próximos passos
21 anos após o lançamento do primeiro filme, Streep retorna ao elenco de O Diabo Veste Prada 2, ao lado de Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci. O elenco ainda inclui Simone Ashley, Lucy Liu, Justin Theroux, Kenneth Branagh e Patrick Brammall.
O novo longa tem como data de lançamento previsto para o Brasil o dia 30 de abril. A produção segue sob a direção de uma equipe já conhecida pelos fãs, sem detalhes adicionais de enredo divulgados até o momento.
Fontes de bastidores e imprensa especializada acompanham a continuidade da franquia, com atenção aos investimentos em relação a outros títulos de grande sucesso que colocam mulheres no centro das narrativas.
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