- O documentário Noah Kahan: Out of Body, dirigido pelo australiano Nick Sweeney, chega à Netflix em 13 de abril e tem 94 minutos de duração.
- O filme acompanha a ascensão de Noah Kahan a estrela dos estádios, mostrando desafios nas relações familiares, dismorfia corporal e a pressão para escrever e gravar o próximo álbum, The Great Divide, que sai em 24 de abril.
- O processo de produção foi marcado por poucas restrições: o artista permitiu que as câmeras mostrem quase tudo, sem esconder conteúdos sensíveis sobre a família.
- Momentos marcantes incluem cenas em que Kahan e o pai cantam Cat Stevens, Father and Son, em casa, revelando conflitos geracionais e afeto subjacente.
- A edição, concluída na primavera de 2025, priorizou apenas o material essencial, incluindo entrevistas com pessoas da região de Vermont onde o cantor cresceu.
Noah Kahan: Out of Body, documentário dirigido por Nick Sweeney, chega em breve à Netflix. O filme acompanha o cantor enquanto ele sobe a estatura de estrela de arenas e revela os bastidores de uma trajetória marcada por pressões criativas e relações familiares complexas.
A produção acompanha Kahan desde o período de amadurecimento artístico até o auge de sua carreira, incluindo os conflitos com os pais, a luta contra a dismorfia corporal e o receio de não cumprir as expectativas para o próximo álbum, The Great Divide, com lançamento previsto para abril. O filme tem 94 minutos e mostra cenas íntimas do cotidiano do artista.
Noah Kahan e Sweeney conversaram com a Rolling Stone durante o Festival SXSW em Austin, Texas, para falar sobre o processo de filmagem. O diretor australiano, que já atuou como cineasta independente, destaca a honestidade exigida pela produção, diferente da imagem polida presente em videoclipes e materiais promocionais.
Produção e abordagem
Sweeney afirma que o material capturado foi menos filtrado do que o esperado, com pouca intervenção criativa sobre o que as câmeras poderiam registrar. A equipe, formada por dois colegas de escola de Kahan que hoje trabalham com cinema, priorizou imagens não mediadas.
Kahan comenta a dificuldade de ver o próprio sofrimento em tela, observando que a experiência é terapêutica, porém intensa. Entre as cenas mais impactantes estão os momentos com a esposa Brenna Nolan e as discussões com o pai, gravadas em casa e envolvendo a criação de músicas sobre temas familiares sensíveis.
O documentário também apresenta momentos em que a família do artista discute as canções sobre o divórcio dos pais e outras situações delicadas. As conversas filmadas simbolizam um passo importante na relação de Kahan com a própria história.
Ao final da produção, em meados de 2025, a edição reduziu o material para destacar apenas o conteúdo essencial. O diretor afirma que é possível montar outra obra a partir dos registros, dada a riqueza de imagens da região de Vermont em que o músico cresceu.
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