- Toy Story 5 estreia em 18 de junho nos cinemas brasileiros e terá foco no impacto da tecnologia nas brincadeiras infantis.
- O diretor Andrew Stanton afirmou que o desfecho pode ser menos otimista para Woody e Buzz, diferente do tom das trilogias anteriores.
- A trama mostra a competição entre brinquedos tradicionais e dispositivos eletrônicos, com um tablet chamado Lilypad como principal ameaça.
- O elenco traz Tom Hanks e Tim Allen de volta como Woody e Buzz, além de novas vozes de Anna Faris, Ernie Hudson e Conan O’Brien.
- O roteiro é assinado por Andrew Stanton, com direção compartilhada entre Stanton e McKenna Harris, mantendo o foco em brinquedo versus tecnologia.
Toy Story 5 deve abordar o impacto da tecnologia nas brincadeiras infantis, segundo o diretor Andrew Stanton, em entrevista à Empire. O filme tem estreia marcada para 18 de junho nos cinemas brasileiros e traz uma leitura menos otimista para Woody e Buzz.
A premissa central coloca em foco a relação entre brinquedo tradicional e dispositivos eletrônicos. Stanton explicou que a narrativa reforça a ideia de que, quando a tecnologia entra, ela vence, criando um cenário de competição desigual desde o início.
A ameaça principal na trama é Lilypad, um tablet que entra na história como símbolo da tecnologia. O diretor comentou que a ideia é mostrar o que acontece quando uma criança começa a brincar com um dispositivo de tela diante de brinquedos de atuação tradicional.
Segundo a sinopse oficial da Disney e da Pixar, a franquia retorna com a batalha entre brinquedos e tecnologia. Woody, Buzz, Jessie e o restante da turma enfrentam o avanço dos eletrônicos, o que atrai o foco das crianças de hoje.
Tom Hanks e Tim Allen reprisam seus papéis como Woody e Buzz. O elenco também tem Anna Faris, Ernie Hudson e Conan O’Brien como novas vozes, ampliando o universo de personagens da produção.
O roteiro é assinado por Andrew Stanton, que divide a direção com McKenna Harris, experiente em Luca e Elementos. A parceria traz expectativa de uma abordagem mais madura e contemporânea.
A produção sinaliza uma evolução da franquia, que pode revisitar emoções intensas e explorar um desfecho com tonalidade mais complexa. A obra busca provocar reflexão sobre a infância na era digital, sem abrir mão da diversão.
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