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Festival é Tudo Verdade 2026 destaca 15 documentários em SP

Festival É Tudo Verdade SP exibe setenta e cinco documentários de vinte e cinco países, com debates e encontros até 19 de abril

Festival É Tudo Verdade acontece entre 9 e 19 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro
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  • Festival É Tudo Verdade ocorre de 9 a 19 de abril em São Paulo e no Rio, reunindo 75 documentários de 25 países, com debates, encontros e programação infantil.
  • Bowie: O Ato Final ganha nova sessão no CineSESC nesta quinta-feira, após a abertura para convidados.
  • Destaques musicais incluem VIVO 76, sobre Alceu Valença, e Apocalipse Segundo Baby, sobre Baby do Brasil, com sessões em SP e/ou RJ.
  • Outros títulos de destaque: Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha; Um Filme de Medo; Divino: Sua Alma, Sua Lente; Atlas do Desaparecimento; Proust Palimpsesto: Pastiches e Misturas.
  • A programação é gratuita, com sessões distribuídas em Cinemateca Brasileira, CineSESC, IMS Paulista, Centro Cultural São Paulo, Sesc e Instituto Moreira Salles.

O Festival É Tudo Verdade 2026 ocorre entre 9 e 19 de abril, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A edição traz 75 documentários de 25 países, com debates, encontros e programação infantil. O foco é apresentar amplo panorama da produção documental mundial.

Entre as atrações, filmes sobre músicos, escritores e temas sociais compõem a programação. Bowie: O Ato Final abre a edição, com nova sessão no CineSESC. A obra revisita a trajetória criativa de David Bowie nos anos finais de sua carreira.

A pista sonora inclui Vivo 76, sobre Alceu Valença, que celebra o disco Vivo!, de 1976, com sessões no Rio e em São Paulo. Baby do Brasil ganha atenção em Apocalipse Segundo Baby, explorando sua trajetória desde os Novos Baianos até a carreira solo.

A mostra também valoriza cineastas nacionais, como Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha, que relembra a obra de um importante nome do cinema brasileiro. Um Filme de Medo narra a experiência de um pai com o filho em um hotel abandonado.

Entre as opções, Divino: Sua Alma, Sua Lente foca no cineasta xavante Divino Tserewahú. A obra utiliza memórias e arquivos para revelar a relação entre cinema, cultura indígena e resistência. Divino aparece como foco de reflexão sobre linguagem cinematográfica.

A lista inclui produções de gênero sociomusical, como Atlas do Desaparecimento e Elisabeth Bishop: Do Brasil, com Amor, que exploram elementos de história, memória e identidade. Proust Palimpsesto discute a adaptação brasileira de Em Busca do Tempo Perdido.

A programação também apresenta filmes para público jovem e adulto, com títulos como A Fabulosa Máquina do Tempo e Sagrado, que abordam realidades sociais e culturais diversas. Shooting traz perspectivas sobre o cinema e a segurança na região.

Patrulha Maria da Penha acompanha ações de policiamento em Maceió para proteger mulheres beneficiadas por medidas protetivas. O filme analisa os impactos do trabalho policial orientado por mulheres na manutenção de proteção.

Entre as sessões, as exibições ocorrem em diferentes espaços culturais, como Cinemateca Brasileira, CineSESC, IMS Paulista, Centro Cultural São Paulo e Instituto Moreira Salles. A distribuição de ingressos é gratuita, com retirada na bilheteria.

Destaques de programação

Bowie: O Ato Final é o principal destaque inaugural, com lançamento de sessão adicional. Vivo 76 abre o filme de abertura no Rio, movimentando a curadoria com arquivos históricos e performances. Apocalipse Segundo Baby propõe um retrato musical de Baby do Brasil.

Outras sessões relevantes

Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha reúne críticas e depoimentos sobre a carreira do cineasta. Um Filme de Medo leva público a uma experiência de suspense em hotel. Divino: Sua Alma, Sua Lente contextualiza o cinema indígena no Brasil.

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