- Ryan Gosling aparece usando um cardigan de raposa em Project Hail Mary, dirigido por Phil Lord e Christopher Miller.
- O suéter é baseado em um padrão de tricô de 1959 da Mary Maxim e foi modificado do lobo para raposa a pedido do ator.
- O visual retro contrasta com a ambientação de ficção científica do filme, que tem grande presença de elementos nostálgicos.
- O padrão atualizado está disponível apenas como kit de tricô, por aproximadamente €78.
- O destaque gerou interesse online, com fãs tentando reproduzi-lo e reforçando o interesse pela costura artesanal.
Ryan Gosling escolheu um casaco de tricô com raposa para o filme Project Hail Mary, gerando aceso debate online sobre a peça. O suéter se tornou um ícone de moda no universo de fãs de cinema e de tricô, destacando-se entre os visuais da produção.
Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, o longa adapta o livro de Andy Weir. A história acompanha Ryland, um biológo escolar que é enviado ao espaço para salvar a espécie humana, em meio a uma estética retro presente na indumentária do elenco.
Origem da peça
A peça é baseada em um padrão de 1959 da Mary Maxim, empresa canadense de suprimentos de artesanato. O desenho original traz lobos e pegadas de patas, inspirado no estilo Cowichan, típico de tricô artesanal da região.
Da ideia às mudanças
O designer de figurinos Glyn Dillon encontrou um cardigan original em um mercado de Londres e mostrou a imagem aos colegas. O conceito foi adaptado para substituir lobos por raposas, conforme o pedido de Gosling, com cores e faces redesenhadas para ficar mais amigável.
Disponibilidade e impacto
O casaco final é oferecido apenas como kit de tricô pela Mary Maxim, com preço próximo de €78. O projeto gerou interesse de entusiastas, que já buscam formas de reproduzir a peça, estimulando o interesse pela marcenaria têxtil entre fãs e craft lovers.
Repercussão e contexto
Críticos destacam que o visual retro de Gosling contrasta com o tom futurista do filme, reforçando o apelo nostálgico da moda em sets de ficção científica. O fenómeno evidencia o ressurgimento de peças feitas à mão na cultura pop.
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