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Roteirista de Os Testamentos diz que é preciso mudar de perspectiva

Spin-off de The Handmaid’s Tale chega à Disney+ com nova visão de Gilead, centrada em jovens protagonistas que desafiam o regime

Série "Os Testamentos: Das Filhas de Gilead"
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  • Spin-off “Os Testamentos: Das Filhas de Gilead” estreou no Disney+ na quarta-feira, 8, trazendo uma nova perspectiva da história de Gilead.
  • A trama acompanha Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday), jovens criadas dentro do regime, que formam uma ligação que abala o presente, o futuro e o passado da sociedade.
  • A narrativa passa a mirar a visão de quem nasceu e cresceu em Gilead, destacando como elas enxergam o sistema e suas regras desde a juventude.
  • O projeto também explora o dilema de manter o pertencimento em Gilead, exigindo submissão como preço da sobrevivência.
  • Sem Elisabeth Moss no papel de June, a série conta com Ann Dowd como Tia Lydia para manter a conexão com a história original, além de uma nova geração de talentos.

Os Testamentos: Das Filhas de Gilead chega como spin-off de The Handmaid’s Tale e expande o universo distópico para apresentar uma nova geração dentro de Gilead. A produção estreou no Disney+ na última quarta-feira, 8 de abril, com uma nova perspectiva para entender o regime.

A série acompanha Agnes Mackenzie e Daisy, jovens que crescem sob as regras de Gilead. Agnes é obediente e fiel ao sistema, enquanto Daisy chega de fora e traz uma visão diferente. Elas estudam em uma escola para futuras Esposas e formam laços que desvendam o presente, o passado e o futuro da sociedade.

“Você realmente precisa mudar sua perspectiva”, resume o criador Bruce Miller, principal força criativa. O foco recai sobre quem nasceu dentro de Gilead e não vivenciou o antes, diferente da narrativa de June. A produção quer mostrar como as gerações percebem o regime.

Nova geração em Gilead

Segundo Miller, a virada da série está no ponto de vista dessas jovens. Elas carregam memórias apenas do regime e aprendem a viver sob suas regras. O roteiro questiona como isso influencia escolhas, fé e vínculos dentro da ditadura.

A história não se prende apenas à luta pela sobrevivência, mas à convivência com o sistema. As personagens desenvolvem estratégias de adaptação, amizades e sentido de pertencimento, que serão desafiadas pelo avanço da Administração de Gilead.

Até o momento, o spin-off não se apoia unicamente na figura de Elisabeth Moss. A produção manteve Ann Dowd como Tia Lydia, conectando as séries, enquanto aposta em novas atrizes para as protagonistas. Rowan Blanchard integra o elenco, entre outros nomes.

Formato e distribuição

Os dez episódios chegam semanalmente, às quartas-feiras, mantendo o ritmo de lançamentos da plataforma. A ideia é oferecer uma narrativa contínua que aprofunde a derrocada de Gilead sob o olhar de quem nasceu no regime.

A produção destacou o papel de Moss nos bastidores como produtora executiva, mantendo vínculos com a série original. Os responsáveis pela obra garantem que as novas intérpretes se encaixam na continuidade da história.

A obra pretende manter a conexão com o público ao mesmo tempo em que introduz uma nova geração para entender o impacto do regime. A estreia no Disney+ marca a evolução de The Handmaid’s Tale para um panorama mais amplo e revelador.

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