- Anderson Di Rizzi, de Campinas, está confirmado no elenco de A Ira do Herdeiro, da Seriella Productions, interpretando Assur-Nãsir.
- A série, com vinte episódios, será exibida pela Disney+, RECORD e Univer Vídeo, e marca o primeiro trabalho do ator em tramas bíblicas.
- A história é inspirada na vida de Manassés, herdeiro do trono de Judá, que retorna a Israel após a morte do rei Ezequias.
- No elenco, Nicolas Vargas viverá Manassés; Laura Dutra será Mesumelete; Isadora Ruppert interpreta Iltani; Heloísa Honein é Serua-Etirat, princesa do império inimigo.
- A produção, dirigida por Carlos Manga Jr., aborda o conflito entre poder, silêncio e a trajetória de Manassés.
Anderson Di Rizzi está confirmado no elenco da série A Ira do Herdeiro, da Seriella Productions. O ator paulista interpretará Assur-Nãsir na produção que terá exibição pela Disney+, RECORD e Univer Vídeo. O anúncio marca a primeira incursão de Di Rizzi em tramas bíblicas, após uma carreira de 25 anos.
A série acompanha a história de Manassés, herdeiro do trono de Judá, retornando a Israel anos após a morte do rei Ezequias. O enredo mostra a dor, a revolta e a batalha interna do personagem diante das ruínas de seu mundo. A produção terá 20 episódios e direção-geral de Carlos Manga Jr.
No elenco já estão Nicolas Vargas no papel de Manassés, Laura Dutra como Mesumelete, Isadora Ruppert como Iltani e Heloísa Honein como Serua-Etirat. Segundo informações do Blog do Univer, Serua-Etirat é uma princesa vinda do coração do império inimigo, com domínio de poder, silêncio e timing para agir.
A trama questiona se Manassés, ainda jovem, escolherá o confronto ou outro caminho diante da perda que o acompanha. A série não tem data de estreia definida. A produção é descrita como uma narrativa histórica com enfoque bíblico e personagens de poder político e religioso.
A iniciativa da Seriella reforça o investimento em formatos bíblicos para streaming, com lançamento planejado para plataformas abertas ao público. A série é produzida para atender a diferentes plataformas, mantendo fidelidade histórica e recursos visuais de alta produção.
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