- A série Segredos das Abelhas, da National Geographic, estreou no Disney+ em 1º de abril e foi produzida ao longo de três anos em países como Equador, Reino Unido, Japão e Austrália, com James Cameron como produtor executivo.
- Foram usadas técnicas e equipamentos avançados para filmar abelhas em alta resolução, incluindo motion control rig, lente Probe e drones, além de câmeras posicionadas dentro de colmeias.
- Os filmes tiveram desafios logísticos: transporte de equipamentos, viagens que incluíram avião, barco e canoa, além de condições climáticas imprevisíveis e risco de ferroadas.
- Grande parte das gravações ocorreu com trajes de apicultor, que limitam mobilidade e visão; em alguns casos foram feitas adaptações, como substituir a tela do capuz por vidro.
- Organizações e especialistas locais contribuíram para as filmagens: cientistas como Dave Roubik no Equador, guias na Austrália, e apoio de apicultores e equipes na Inglaterra, com iluminação em LED para evitar aquecer as abelhas.
A série Segredos das Abelhas, da National Geographic, mostra os bastidores de três anos de gravação ao redor do mundo, com foco na polinização e na preservação. O projeto estreou no Disney+ em 1º de abril, sob a produção executiva de James Cameron.
Ao longo da produção, a equipe registrou diversas espécies em Equador, Reino Unido, Japão e Austrália. Foram capturados comportamentos inéditos com câmeras de alta resolução, como uma abelha que deposita néctar na pata para fixar o pólen.
Para alcançar imagens precisas, cinegrafistas recorreram a tecnologia de ponta, incluindo drones, motion control rig e lentes especiais Probe Lens. O objetivo foi aproximar o espectador do animal sem interromper seu ambiente natural.
O uso de trajes de apicultor foi frequente, mas apresentou desafios. Os capacetes limitavam mobilidade e visão, exigindo adaptações, e a proteção contra vespas no Japão demandou reforço de equipamentos. Em algumas cenas, as lentes antigas completaram o conjunto técnico.
Turning point: a equipe contou com o apoio de cientistas e guias locais. No Equador, o cientista Dave Roubik acompanhou as gravações por cinco semanas. Na Inglaterra, a equipe instalou colmeias especiais para posicionar as câmeras sem perturbar as abelhas.
Entre as dificuldades logísticas, há relatos de deslocamentos por terra, água e clima imprevisível. Em viagens como a última etapa por uma canoa na floresta amazônica, a equipe manteve o equipamento protegido contra intempéries para não perder cenas essenciais.
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