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A Maldição da Múmia diverte com sangue, mas se perde no ritmo

Warner Bros. lança A Maldição da Múmia, drama familiar em Albuquerque com violência gráfica, mas falha em equilibrar terror e sensibilidade do enredo

Natalie Grace como a garota que dá nome a 'Maldição da Múmia'
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  • Lançamento da Warner Bros. chega aos cinemas em 16 de quinta-feira, apresentando uma nova versão da múmia e mantendo apenas o orientalismo, sem relação com Brendan Fraser ou as antigas franquias.
  • A trama acompanha o jornalista Charlie no Cairo; a vizinha sequestra a primogênita Katie, que reaparece oito anos depois dentro de um sarcófago milenar e é levada para Albuquerque, no Novo México.
  • A história evolui para uma possessão, dialogando com referências a O Exorcista e ao filme A Morte do Demônio: A Ascensão (2023), de Lee Cronin.
  • O diretor usa recursos estilísticos fortes, com violência gráfica e dioptria dividida, destacando-se na segunda metade, mas prejudica o tom do drama familiar.
  • A crítica aponta conflito entre tratar abuso infantil com seriedade ou explorar humor sádico, perdendo originalidade ao tentar seguir o modelo de terror de prestígio.

A Maldição da Múmia estreia no Brasil pela Warner Bros. O filme não está ligado à franquia com Brendan Fraser e Rachel Weisz. Chega às salas nesta quinta-feira, 16, mantendo apenas o elemento orientalista.

A história acompanha o jornalista Charlie, correspondente no Cairo, e sua família. Um sequestrato da vizinha revela o desaparecimento da filha Katie, encontrado oito anos depois dentro de um sarcófago milenar.

Katie é trazida aos Estados Unidos, para uma casa em Albuquerque, Novo México. A trama migra para um drama familiar com elementos de possessão, inspirado em filmes de exorcismo.

Aspectos técnicos e desdobramentos

A direção de Lee Cronin aposta na violência gráfica e no uso de dioptria, lembrando mestres do cinema de suspense. A segunda metade avança, mas discorda do tom do drama familiar apresentado.

O filme tenta unir terror de prestígio com referências de A Morte do Demônio: A Ascensão (2023). Analistas apontam que isso compromete a coesão entre sustos e sensibilidade temática.

Críticas destacam que a produção se beneficiaria de um foco mais firme no arco emocional da família. Reforçam ainda que o suspense funciona melhor quando prioriza a narrativa sobre a brutalidade gráfica.

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