- O diretor Lee Cronin lança Maldição da Múmia, que estreia nesta quinta-feira, dia 16, nos cinemas brasileiros.
- É o terceiro longa de Cronin, seguindo Evil Dead Rise, e faz parte da chamada “trilogia da identidade distorcida”.
- A história acontece entre os Estados Unidos e o Egito, com Katie, filha desaparecida de Charlie Cannon, encontrada viva após oito anos dentro de um sarcófago milenar.
- O elenco é intercultural, incluindo May Calamawy, May Elghety, Husam Chadat e Hayat Kamille; o filme aborda linguagem e cultura árabe durante a produção.
- Cronin diz que a múmia serve para explorar segredos enterrados e trauma familiar; Natalie Grace atua no papel de uma menina, e o cineasta já pensa em projetos futuros, possivelmente com fantasmas.
Lee Cronin, diretor de Evil Dead Rise, volta ao cinema de terror com Maldição da Múmia, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros. O filme investiga uma história de múmias com foco investigativo e trauma real.
A produção envolve uma narrativa que se sustenta entre EUA e Egito, com a filha desaparecida de um jornalista como elemento central. Natalie Grace atua como Katie, junto a Jack Reynor, no papel de Charlie Cannon. O enredo cruza diferentes tempos e culturas.
Cronin afirma que o projeto prioriza uma leitura da múmia como símbolo de segredos esquecidos e de consequências históricas. O cineasta destaca a presença de uma criança no elenco e a busca por uma narrativa mais ampla do que o terror de locação única.
Elenco e intercâmbio cultural
O diretor ressalta o engajamento intercultural durante a produção, com um elenco egípcio formado por May Calamawy, May Elghety, Husam Chadat e Hayat Kamille. A escolha visou refletir diversas tradições e influências religiosas no filme.
Trabalho com Natalie Grace é descrito como uma experiência valiosa, com a jovem atriz assumindo um papel central na trajetória da história. Cronin elogia a atuação e a versatilidade da jovem nos diferentes registros exigidos.
Produção e visão criativa
Cronin manteve contato próximo com produtores como James Wan e Jason Blum, ressaltando a confiança mútua para manter a visão do filme. A dupla de produtores apoia a liberdade criativa do diretor.
O cineasta sinaliza que, após este filme, pode seguir explorando formatos novos, incluindo possibilidades no âmbito de histórias de fantasia ou terror com grandes horizontes. O próximo passo, segundo ele, é encontrar a história certa para uma tela ampla.
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