- A Disney dominou a bilheteria em 2025, com quase US$ 2,5 bilhões em vendas domésticas, impulsionada por títulos como Lilo & Stitch, Zootopia 2 e Avatar: Fire and Ash.
- A empresa participa do CinemaCon, em Las Vegas, apresentando o futuro dos seus lançamentos e franquias ao público de exibidores.
- Neste ano, Disney já emplacou o original Pixar Hoppers, que soma mais de US$ 355 milhões globalmente, e prepara uma leva de blockbusters.
- Entre os próximos lançamentos estão The Mandalorian and Grogu, Toy Story 5, Moana em live-action e Avengers: Doomsday, com foco em chegar a grandes públicos.
- A Disney representa mais de 27,5% da bilheteria doméstica do ano passado e mantém uma janela teatral exclusiva de 60 dias; a empresa também anunciou corte de cerca de mil empregos.
Disney domina bilheteria e revela planos para exibidores durante CinemaCon
A Disney registrou quase 2,5 bilhões de dólares em bilheteria doméstica em 2025, com lançamentos de destaque como Lilo & Stitch, Zootopia 2 e Avatar: Fire and Ash. A empresa participa esta semana do CinemaCon, em Las Vegas, evento anual de exibidores.
Em 2025, a Disney ampliou o impacto no mercado, liderando a bilheteria e explorando janelas de lançamento. O estúdio mantém uma janela teatral exclusiva de 60 dias, a mais robusta de Hollywood, fortalecendo sua posição junto aos exibidores.
Futuro e lançamentos anunciados
Até o momento, a Disney projeta uma sequência de blockbusters, incluindo The Mandalorian and Grogu, o primeiro filme de Star Wars desde 2019, Toy Story 5, um live-action de Moana e Avengers: Doomsday, previsto para dezembro. A estreia de The Devil Wears Prada 2 abre o verão de 2026.
A empresa também sinaliza planos para o que vem após Star Wars Starfighter, previsto para maio de 2027, com foco em franquias como Marvel, Avatar e Star Wars, além de títulos adicionais ainda não anunciados.
Desafios e contexto do setor
No cenário corporativo, a Disney confirmou uma rodada de demissões em massa, estimada em aproximadamente 1.000 funcionários, atingindo áreas do estúdio de cinema e marketing. O setor de exibição continua a enfrentar margens estreitas e um retorno tímido às Normas pré-pandemia.
O desempenho da Disney no cinema reforça a importância do estúdio para exibidores, especialmente diante da volatilidade do mercado e da competição por público e telas. A próxima etapa envolve monitorar a arrecadação dos próximos lançamentos e o impacto das medidas adotadas.
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