- Gabriel Vivan estreia no teatro nesta sexta-feira, 17, em São Paulo, na montagem do clássico Caixa 2, de Juca de Oliveira, dirigida por Alexandre Reinecke.
- A peça fica em cartaz até 14 de junho no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, numa temporada curta.
- O elenco ainda traz Paulo Gorgulho, Taumaturgo Ferreira, Cassio Scapin, Flávia Garrafa e Sophia Abrahão.
- A história acompanha um banqueiro envolvido em desvio de dinheiro (caixa dois) com humor e críticas a contradições de poder.
- O estreante Gabriel Vivan interpreta Henrique, um personagem descrito pelo ator como “cara da internet”, em referências à trama e à atualidade.
Gabriel Vivan estreia no teatro com a comédia Caixa 2, de Juca de Oliveira, em São Paulo. A peça, dirigida por Alexandre Reinecke, fica em cartaz por curta temporada no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado, até 14 de junho. A montagem revisita o clássico por meio da sátira sobre ética e corrupção.
A estreia ocorre nesta sexta-feira, 17, marcada pela participação de nomes como Paulo Gorgulho, Taumaturgo Ferreira, Cassio Scapin, Flávia Garrafa e Sophia Abrahão. O elenco reforça a carga cômica da história sobre um banqueiro envolvido em um desvio financeiro não declarado, o chamado caixa 2.
Gabriel Vivan interpreta Henrique, personagem descrito como um jovem curioso que atua como elo de investigação da trama. O ator gaúcho diz que a função exige versatilidade, ampliando o repertório para além dos papéis recentes em televisão.
A montagem chega em meio à comoção pela morte de Juca de Oliveira, aos 91 anos, em 21 de março. A produção faz parte de uma homenagem indireta ao dramaturgo, cuja obra completa quase 30 anos de impacto no circuito teatral brasileiro, segundo a equipe.
Na visão de Gabriel, a experiência tem sido de acolhimento pelo elenco veterano, que o recebeu com abertura. O ator destaca a recepção carinhosa de Gorgulho, Flávia Garrafa, Cassio Scapin, Taumaturgo Ferreira e Sophia Abrahão, além do desafio de transitar entre o drama e a comédia.
A peça, que estreou originalmente em 1997, permanece atual ao tratar de corrupção e contradições sociais. Para Vivan, a adaptação com humor permite explorar outras facetas do intérprete, mantendo o foco na reflexão crítica sobre temas contemporâneos.
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