- Plum Sykes relata que vídeos no TikTok associaram-na à personagem Emily, de O Diabo Veste Prada, levando-a a abrir uma investigação.
- Um encontro inusitado ocorreu em Londres, quando a filha Tess gritou ao ver Emily Blunt no trailer de O Diabo Veste Prada 2, sugerindo semelhanças.
- Sykes apontou possíveis inspirações dentro da Vogue, incluindo a stylist Kate Young e a ex-assistente Leslie Fremar, além de influências de outras colaboradoras da publicação.
- Depoimentos de ex-colegas, como Amy Taran Astley, indicaram que Leslie Fremar pode ter influenciado a personagem, mas sem confirmar a maldade associada a Emily.
- A conclusão apresentada foi de que Emily pode ter sido inspirada por várias Vogueettes, sem um único molde definitivo, e a matéria não obteve resposta do escritório de Lauren Weisberger.
Plum Sykes afirma ter sido alvo de uma difamação viral que sugeria ser a inspiração por trás da personagem Emily, de O Diabo Veste Prada. A repercussão começou em redes sociais, após vídeos, um romance e o filme serem conectados por internautas.
A jornalista britânica narra uma investigação para esclarecer a suposta ligação entre seu perfil e a Emily retratada na obra de Lauren Weisberger. O episódio ganhou proporções de boato público após surgir uma comparação com a edição de moda da Vogue.
A descoberta ocorreu em Londres, em uma sessão de cinema com a filha da autora, que presenciou de perto o momento de reconhecimento. A situação levou Sykes a registrar uma apuração sobre as referências que circulam online.
Segundo o relato, a atriz Emily Blunt foi associada ao trailer de uma sequência de O Diabo Veste Prada, ampliando a curiosidade sobre quem teria inspirado a personagem com traços de arrogância e sofisticação.
A apuração envolveu a análise de fontes ligadas à indústria da moda, incluindo profissionais da Vogue, além de colegas da atriz que teriam contato com Anna Wintour e com o escritório de Lauren Weisberger. O objetivo foi confirmar ou refutar a relação.
Ao final, a autora apontou que a personalidade fictícia pode ter inspirado-se em várias pessoas do meio, sem vínculo definitivo com uma única figura. Ainda assim, reconhecimentos sobre a influência de algumas profissionais ficaram marcados no processo investigativo.
A Vogue britânica indica que a matéria original trazida para o público brasileiro mantém o teor de investigaçao jornalística, sem atribuir culpa ou suposição definitiva sobre a origem da personagem Emily. A confirmação oficial não foi obtida até o fechamento deste texto.
Fontes: Vogue UK. Data da publicação original não especificada neste material.
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