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É Tudo Verdade premia filmes sobre paternidade e escola pública

No É Tudo Verdade, Sagrado vence melhor longa brasileiro ao retratar a rotina de professores em Diadema; prêmio internacional fica com Um Filme de Medo, sobre a distância entre pai e filho em Lisboa

Cena do filme 'Sagrado', de Alice Riff
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  • O Festival É Tudo Verdade anunciou os vencedores desta edição, que vai de 9 a 19 e exibiu 75 filmes.
  • Melhor longa brasileiro foi Sagrado, de Alice Riff, sobre a rotina de professores e funcionários de uma escola pública em Diadema; houve menção honrosa para Apocalipse Segundo Baby.
  • O grande vencedor internacional foi Um Filme de Medo, de Sergio Oksman, brasileiro que vive na Espanha; o filme acompanha pai e filho em um hotel em Lisboa, sem elementos sobrenaturais.
  • Na categoria de terror, a menção honrosa ficou com Meu Pai e Gaddafi, de Jihan.
  • O curta-metragem internacional vencedor foi Sonhos de Apagão; entre nacionais, Os Arcos Dourados de Olinda recebeu prêmio, sobre a inauguração de uma unidade da rede McDonald’s. Os vencedores passam a concorrer ao Oscar na categoria de documentários.

O Festival É Tudo Verdade anunciou os vencedores da edição atual, que teve início no dia 9 e terminou neste domingo, após a exibição de 75 filmes. A premiação aponta para temas como paternidade e o trabalho em escola pública, com equilíbrio entre produção brasileira e internacional.

O prêmio de melhor longa brasileiro ficou com Sagrado, de Alice Riff, que mergulha na rotina de professores e funcionários de uma escola pública em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. Apocalipse Segundo Baby, dirigido por Rafael Saar, recebeu a menção honrosa na mesma categoria.

Em competição internacional, o grande vencedor foi Um Filme de Medo, de Sergio Oksman, que mora na Espanha. O documentário acompanha a relação entre pai e filho durante uma estadia em um hotel de Lisboa, sem elementos sobrenaturais, apenas distâncias emocionais.

Entre as menções, destaca-se Meu Pai e Gaddafi, da estreante Jihan, na categoria de terror. O curta Sonhos de Apagão, de Gabriele Licchelli, Francesco Lorusso e Andrea Settembrini, ficou com o prêmio internacional na área de curtas. Já Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique, foi reconhecido entre os brasileiros.

Os vencedores do É Tudo Verdade passam a ter elegibilidade para as categorias de documentário do próximo Oscar.

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