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Repaginada de Maldição da Múmia aposta no macabro, mas se perde

Sem Brendan Fraser, o reboot de A Maldição da Múmia entrega visual macabro, mas perde consistência narrativa e o suspense do clímax

Natalie Grace em cena de 'Maldição da Múmia'
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  • O filme Maldição da Múmia, de Lee Cronin, é uma repaginada sombria da saga original sem Brendan Fraser no elenco.
  • A trama acompanha um casal americano no Egito cujo filha, Katie, reaparece oito anos após desaparecer, já em estado grave e marcado.
  • Katie chega aos Estados Unidos em Albuquerque, Novo México, parecendo ter saído de um sarcófago; na casa, ela passa a apresentar comportamentos violentos e súbitos surtos.
  • O longa apresenta uma explicação gradual envolvendo um ritual que controla um espírito maligno ao longo de gerações, com destaque para cenas de possessão e efeitos práticos.
  • Crítica aponta que, apesar de visualmente grotesco e com atuações sólidas, o ritmo e o clímax se perdem em meio a piadas, frases de efeito e uma dinâmica familiar abaixo da de A Morte do Demônio: A Ascensão.

A nova produção de terror Maldição da Múmia, dirigida por Lee Cronin, chega sem Brendan Fraser no elenco e funciona como um reboot sombrio da saga original. O filme revisita o monstro clássico, mantendo uma pegada macabra, mas, segundo a crítica, se perde ao longo da narrativa.

A história acompanha um casal americano no Egito. Eles recebem a filha desaparecida, Katie, anos depois, em Albuquerque, Novo México, onde vivem. Katie retorna em estado deteriorado, abrindo caminho para uma série de acontecimentos possivelmente ligados a um ritual antigo.

A espécie de possessão que se segue envolve deslocamentos de Katie por espaços apertados, revelações perturbadoras e ações violentas contra familiares. O enredo expande-se por meio de uma detetiva egípcia, interpretada por May Calamawy, que busca compreender a origem do mal.

A produção aposta em efeitos práticos marcantes, com uma Katie que parece envelhecida e deteriorada. Cenas de impacto visual aparecem em sequências de sustos e grotescos, incluindo situações envolvendo a traqueia e um lodo sob um tapete.

Apesar dos seus acertos visuais, a narrativa é apontada como menos coesa que outros títulos da franquia. O filme investe em humor ocasional, o que, para alguns, enfraquece a tensão de família ameaçada pelo terror que surge de dentro de casa.

Elenco e abordagem

  • A ausência de Brendan Fraser é destacada como mudança significativa para a recepção da obra.
  • O foco recai sobre o casal Charlie e Larissa, com a filha Katie no centro do conflito.

Enredo e impacto

  • A trama troca a ambientação clássica do Egito por uma estrutura doméstica com influências de possessão demoníaca.
  • O clímax é descrito como confuso, sem concluir de forma contundente a linha do terror apresentada.

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