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Crianças muçulmanas sub-representadas em animação sobre matemática medieval

Animação de viagem no tempo mostra jovens heróis ao explorar a ciência islâmica medieval, ampliando a representatividade muçulmana na educação infantil

A fast-moving adventure for all children … Time Hoppers: The Silk Road
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  • Time Hoppers: The Silk Road é um filme de aventura e viagem no tempo em que quatro jovens heróis percorrem o mundo islâmico medieval, encontrando cientistas que moldaram a ciência atual.
  • Os protagonistas são Abdullah, Aysha, Khalid e Layla, perseguidos por um alquimista que quer usar o dispositivo de viagem no tempo.
  • O elenco de figuras históricas inclui Al-Khwarizmi, Ibn al-Haytham, Mansa Musa e Maryam al-Astrulabi, destacando contribuições de mulheres na ciência.
  • O filme surge a partir da Muslim Kids TV, projeto educacional que começou como ebook e jogo, com foco em representatividade de crianças muçulmanas.
  • O lançamento mundial registrou bons resultados: nos EUA foram 660 cinemas e mais de 35 mil ingressos vendidos; no Reino Unido a rede de salas aumentou de 200 para 299, com sequência já em planejamento.

Time Hoppers: The Silk Road é um filme de animação que mistura viagem no tempo com ciência histórica. Dirigido por Flordeliza Dayrit e Michael Milo, ele leva quatro jovens a conhecerem o mundo medieval islâmico para entender as bases da ciência moderna.

Os protagonistas Abdullah, Aysha, Khalid e Layla descobrem um dispositivo de viagem no tempo em um laboratório. Um alquimista antagonista persegue o grupo, que precisa recuperar o artefato e proteger figuras históricas influentes.

O filme surge em Edmonton, Canadá, base para os criadores. A produção nasceu da ideia educativa da dupla, visando oferecer conteúdo acessível a crianças de diferentes origens.

Sobre a produção e o objetivo

A proposta é tornar o período histórico divertido e didático, apresentando cientistas e estudiosos relevantes. Entre eles estão Al-Khwarizmi, Ibn al-Haytham, Mansa Musa e Maryam al-Astrulabi, destacando contribuições femininas.

Dayrit destaca que a obra não se restringe a público muçulmano, buscando alcance mundial. Crianças em sessões de teste mostraram curiosidade por outras culturas e histórias.

Forma de divulgação e impacto

Antes do cinema, Time Hoppers começou como ebook e desenvolveu jogos e conteúdo educativo. A plataforma Muslim Kids TV sustenta a iniciativa há quase 20 anos, com foco em representatividade infantil.

A distribuição nos EUA ocorreu em 660 salas, com mais de 35 mil ingressos vendidos. No Reino Unido, o circuito ampliou de 200 para 299 cinemas, reforçando a estratégia de lançamento global.

Expectativas e continuidade

A equipe já trabalha numa sequência, mantendo o foco em histórias muçulmanas com apelo internacional. O objetivo é mostrar que narrativas de comunidades islâmicas podem ser relevantes e lucrativas.

O conceito enfatiza que crianças podem ver-se como heróis. A mensagem central é que mãos ajudam, palavras são gentis e ideias são corajosas, sem depender de estereótipos.

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