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Crítica de Michael: filme de TV diurno é pouco envolvente e sem qualidade

Biografia de Michael Jackson é retratada como filme de TV banal, sem drama ou nuances, com atuação pouco expressiva e ritmo sonolento

Universal Pictures A still of Jafaar Jackson in the Michael biopic being protected by security guards. He is being held by a security guard from behind and in the background you can see hands reaching for him (Credit: Universal Pictures)
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  • Michael é um biopic sobre Michael Jackson, produzido por familiares e próximos; a narrativa acompanha o astro até meados dos anos oitenta e evita temas controversos.
  • O elenco principal é Jaafar Jackson, neto de Michael, com Colman Domingo, Nia Long e Miles Teller no elenco.
  • O filme tem duração de duas horas e sete minutos, com lançamento marcado para 22 de abril no Reino Unido e 24 de abril nos Estados Unidos.
  • A crítica aponta o filme como morno, pouco dramático e sem o brilho criativo da carreira de Jackson, destacando o foco em elogios de executivos e na figura do pai.
  • A produção é dirigida por Graham King, com Antoine Fuqua na direção e John Logan no roteiro; o projeto é visto como inferior a Bohemian Rhapsody e pode enfrentar críticas fortes.

O filme Michael, biografia de Michael Jackson, chega com críticas negativas quanto à sua execução. Produzido por parentes e aliados próximos do astro, o longa não pretende ser uma leitura contundente, mas também não entrega uma visão cativante.

A obra foca, de forma chronológica, o período dos Jackson 5 e o sucesso solo do artista, encerrando a narrativa na metade dos anos 1980. O conteúdo evita momentos polêmicos, restringindo-se ao que os produtores consideram não contencioso.

A atuação fica a cargo do sobrinho de Jackson, Jaafar Jackson, cuja semelhança física é perceptível, mas a expressividade é limitada. Outros nomes de destaque incluem Colman Domingo, Nia Long e Miles Teller, com papéis de apoio que não se sobressaem.

Michael é dirigido por Graham King, conhecido por Bohemian Rhapsody, e tem Antoine Fuqua na direção e John Logan no roteiro. A análise aponta diálogos sem nuance e uma direção de arte pouco inspirada, mesmo nas reconstruções de vídeos e shows.

A produção envolve ainda vários irmãos de Jackson e, de forma parcial, a própria Janet Jackson, que aparece apenas de forma discreta. A recepção aponta para uma obra que falha em captar a essência do artista e seu impacto criativo.

O filme tem duração de 2h07 e estreia no Reino Unido em 22 de abril, seguido dos lançamentos nos Estados Unidos em 24 de abril. A crítica afirma que a obra funciona como homenagem, mas não como registro artístico digno do legado de Jackson.

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