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Críticos classificam filme sobre Michael Jackson como whitewash e ghoulish

Críticos classificam biopic de Michael Jackson como whitewash e sanitizado, ao não abordar acusações de abuso sexual, gerando controvérsia

Michael Jackson's nephew Jaafar was widely praised for his performance, but critics had several issues with the film as a whole
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  • Crítica dura ao filme Michael: descrito como “whitewash” e versão sanitizada da vida de Michael Jackson, com abordagem focada na música.
  • Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson, é amplamente elogiado pela atuação como o tio, com destaques da imprensa por semelhança e entrega cênica.
  • O filme não aborda as acusações de abuso sexual, após NDA levar à retirada de cenas e referências ao tema.
  • Houve reshoots e reescrita do final para encerrar a história na década de oitenta, antes das primeiras acusações, devido cláusulas do acordo com Jordan Chandler.
  • A recepção é mista entre veículos, com elogios à performance de Jaafar e críticas à abordagem geral, considerada por muitos como centrada no entretenimento e não na vida interna de Jackson.

Michael é o título do musical biográfico sobre o rei do pop, que reúne Jaafar Jackson no papel principal. O filme acompanha a ascensão da banda Jackson 5 até a consagração solo do artista, com Luciano de fundo na trilha sonora.

A produção tem o aval da própria família e usa as vozes originais de Michael nas performances, destacando números como Thriller. Jaafar, filho de Jermaine, recebeu elogios pela atuação, enquanto a recepção crítica foi variada.

O longa sofreu controvérsia por não abordar as denúncias de abuso sexual que envolveram a figura pública. Houve references ao tema, mas trechos foram removidos por decisão judicial relacionada a um acordo anterior.

Detalhes de produção e contexto

Conforme reportagens, houve uma rodada de refilmagens para excluir menções às acusações e ajustar o desfecho para o fim dos anos 1980, antes das primeiras alegações. A redescoberta de condições do NDA foi citada como razão para as mudanças.

O filme é dirigido por Antoine Fuqua, conhecido por obras como Training Day e The Equalizer. Críticos destacaram a interpretação de Jaafar, com elogios à semelhança física e à entrega cênica, em meio a avaliações menos favoráveis sobre o conjunto.

A recepção entre veículos de imprensa variou de positiva a crítica. Alguns veículos destacaram o desempenho técnico, a produção e a fidelidade musical, enquanto outros apontaram falhas na construção dramática e na abordagem do tema para além da música.

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