- Filme Michael chega aos cinemas em 23 de abril e retrata a vida de Michael Jackson desde a infância até a virada de carreira, com foco em momentos de tensão familiar e na turnê de 1984.
- O longa teve orçamento entre US$ 155 milhões e US$ 170 milhões, incluindo US$ 15 milhões gastos em cenas adicionais; a produção mudou o final original para evitar explorar acusações de pedofilia.
- O elenco traz Juliano Valdi na infância e Jaafar Jackson, sobrinho do artista, como Michael adulto; outras figuras de peso aparecem de forma menos proeminente.
- A obra é criticada por ser uma cinebiografia desonesta, com decisões que destacam a glória em detrimento de controvérsias, além de dar menos foco a pessoas como Berry Gordy, Quincy Jones e Janet Jackson.
- Ainda assim, o filme é visto como deleite musical, com cenas de destaque de Beat It, Billie Jean e Moonwalk, e pode reacender o interesse público pela figura de Michael Jackson.
Michael chega aos cinemas em 23 de abril, em meio a debates sobre fidelidade histórica. A cinebiografia acompanha a vida de Michael Jackson, desde a infância até o auge da carreira, destacando a turnê da banda Jacksons e momentos marcantes da trajetória do artista.
O filme retrata as tensões entre Michael e o patriarca Joe Jackson, incluindo agressões e disputas por controle criativo. O elenco traz Juliano Valdi como o jovem Michael e Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, como a versão adulta. A produção passou por mudanças de foco ao longo do seu desenvolvimento.
Orçado entre 155 milhões e 170 milhões de dólares, o filme ganhou 15 milhões destinados a cenas adicionais. O final original previa a exposição das acusações de pedofilia; a mudança priorizou o momento de glória da turnê Bad, com a história culminando na apresentação final.
Em Los Angeles, a dança e a música aparecem em cenas de alto impacto, como a reconstituição de Beats It e a direção de Michael durante as filmagens de Thriller. A produção busca capturar a dimensão performática do artista, com destaque para a apresentação da Motown em 1983 e o moonwalk.
A obra também aborda a relação de Michael com a Motown, destacando negociações com Berry Gordy sobre royalties e controle criativo. Questiona-se ainda a sugestão de vitiligo e o histórico de lutas familiares, sem, porém, emitir julgamentos ou conclusões.
No panorama da cultura pop, Michael continua influente. O artista é associado a delegações de artistas contemporâneos e a produções musicais e teatrais que preservam seu legado. O filme, porém, recebe críticas por ter omitido detalhes relevantes da vida pessoal e profissional do astro.
A repercussão entre público e crítica aponta para o interesse contínuo pelo ícone. Além da cinebiografia, a presença de Michael Jackson persiste em espetáculos como MJ The Musical e produções de entretenimento que exploram sua música e coreografias.
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